Você vai entrar nas águas sagradas do Tirta Empul, ver macacos aprontando na floresta de Ubud, sentir o frescor da Cachoeira Kanto Lampo e fechar o dia com o pôr do sol no Tanah Lot — tudo com transporte privado e almoço incluído. Um passeio que mostra o lado espiritual e natural de Bali, com momentos que ficam na memória depois de voltar pra casa.
O passeio privado dura cerca de 10 horas, incluindo o transporte de ida e volta.
Sim, o almoço está incluso no pacote all-inclusive do tour.
Sim, todas as entradas estão cobertas no valor da reserva.
O pickup geralmente começa às 8h, mas pode variar conforme sua localização.
Você pode molhar os pés e entrar na água da Cachoeira Kanto Lampo.
O passeio é para todos os níveis de preparo físico; há alguns degraus nas cachoeiras.
Sim, você passará pelos terraços de arroz de Tegalalang no trajeto entre os pontos.
Este é um passeio totalmente privado, com transporte exclusivo durante o dia todo.
O dia inclui transporte privado de ida e volta ao hotel, água mineral durante o trajeto, entradas para o Templo Tirta Empul, Floresta dos Macacos, Cachoeira Kanto Lampo e Templo Tanah Lot, além de almoço incluso antes do retorno pelos campos de arroz de Bali no fim da tarde.
“Você pode experimentar a água sagrada, se quiser,” disse Wayan, apontando para as piscinas do Templo Tirta Empul. Hesitei — não sabia se faria tudo certo — mas ele sorriu e me entregou um sarongue. O ar tinha um leve cheiro de incenso e pedra molhada. Os locais já estavam entrando na água, molhando o rosto sob os jatos. Vi uma mulher fechar os olhos e sussurrar algo, com as mãos juntas. Parecia que estávamos testemunhando algo íntimo, mas também, de algum jeito, sendo convidados a participar.
Depois disso, a Floresta dos Macacos em Ubud foi uma bagunça divertida. Macacos por toda parte — um tentou abrir meu mochila enquanto outro me encarava como se fosse o dono do lugar (talvez fosse). Wayan mostrou um filhote agarrado na mãe. Rimos quando um macaco roubou uma banana do bolso de alguém — eles conhecem todos os truques. As árvores deixavam o ambiente mais fresco que lá fora; dava para ouvir música gamelão vindo de algum lugar perto.
Não esperava gostar tanto da Cachoeira Kanto Lampo. Você desce uns degraus íngremes (segure no corrimão!) e de repente aparece essa cortina de água caindo sobre pedras negras. O spray gelado na pele é um alívio depois do calor do meio-dia. Algumas pessoas tiravam fotos, mas eu só fiquei ali um tempo, deixando os pés adormecerem na água. Tem algo nas cachoeiras que faz a gente querer ficar mais do que devia.
O Templo Tanah Lot foi nossa última parada — a maré subia e parecia que o templo flutuava no mar. A multidão do pôr do sol já chegava, mas o lugar ainda tinha uma paz única; talvez fosse o som das ondas ou o cansaço gostoso depois de um dia cheio. Wayan contou que a avó dele o trazia ali quando era criança — gostei mais desse detalhe do que de qualquer informação de guia. No caminho de volta, passando pelos terraços de arroz perto de Tegalalang, pensei em quantos lados de Bali vimos em um único dia saindo de Ubud e Canggu... ainda não sei como eles conseguem encaixar tudo.
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