Você vai navegar pelos canais de Amsterdam em grupo pequeno, com bebida na mão e provando queijos holandeses enquanto o capitão conta histórias engraçadas e curiosas. Espere risadas por causa do “proost” errado, luz dourada nas casas antigas e aquela sensação de flutuar entre mundos — parte ponto local, parte cidade de conto de fadas.
A primeira coisa que percebi foi como o barco se afastou do cais do Jordaan — silencioso, quase como se estivéssemos entrando sorrateiramente numa pintura. Nosso capitão, Pieter, acenou para um ciclista na ponte (e ele respondeu o aceno). Havia um leve cheiro de água do rio misturado com algo de noz vindo da tábua de petiscos. Peguei um pedaço de queijo e tentei não deixá-lo cair enquanto passávamos por baixo de um arco baixo de pedra. Riachos de risadas ecoavam pelas paredes do canal — ainda não eram as nossas, mas logo seriam.
Pieter começou a contar sobre Freddy Heineken e como este próprio iate costumava ser o favorito dele. Confesso que não esperava me interessar pela história dos canais, mas de alguma forma tudo parecia diferente quando você desliza pertinho daquelas casas tortas e antigas. O teto solar estava meio aberto; alguém apontou para uma casa flutuante com tulipas em latas de metal, e eu pensei: é exatamente assim que eu imaginava Amsterdam. O bar aberto era self-service depois que Pieter nos serviu a primeira rodada — eu escolhi uma cerveja local (malteada e gelada), enquanto Li ao meu lado servia vinho e pronunciava “proost” tão errado que até o Pieter riu.
Passamos por mansões imponentes e depois entramos em canais estreitos onde tudo ficou mais silencioso, exceto pelo tilintar suave dos copos e um acordeão tocando lá na frente. É engraçado como duas horas podem parecer longas e curtas ao mesmo tempo quando você observa a luz refletindo na água. Em um momento, azeitonas rolaram pela tábua de petiscos quando pegamos uma leve onda — ninguém se importou, só pegamos elas e continuamos conversando. O roteiro mudou um pouco por causa do tempo (Pieter perguntou se alguém se importava), e acabamos vendo também o Raamgracht. Ficou tudo com um toque mais pessoal.
Até hoje lembro daquela vista olhando para a cidade enquanto voltávamos para o Amstel — todas aquelas janelas brilhando dourado no fim da tarde. Não sei se foi o vinho ou só estar ali com estranhos que de repente já não pareciam mais estranhos. Enfim, se você está pensando em fazer um passeio de barco pelos canais de Amsterdam, é assim que eu gostaria de repetir.
O passeio é limitado a 24 pessoas no barco Stan Huygens ou 16 no Pure Spirit.
Sim, há bar aberto com cervejas locais, vinhos europeus, refrigerantes e sucos inclusos.
Sim, uma tábua para compartilhar com queijos holandeses, castanhas, azeitonas e palitos de queijo está incluída.
O tour começa no bairro Jordaan antes de seguir pelos canais principais e vias menores.
Sim, o capitão faz comentários ao vivo durante as 2 horas de passeio.
Sim, você pode avisar sobre necessidades alimentares na reserva; eles fazem o possível para atender.
A idade mínima para participar é 14 anos, e para consumir bebidas alcoólicas, 18 anos.
Não há traslado; o encontro é no cais 5 minutos antes da saída.
Seu dia inclui um passeio de barco de 2 horas em grupo pequeno pelos canais históricos de Amsterdam, começando no bairro Jordaan, bebidas ilimitadas no bar aberto (cervejas artesanais locais, vinhos europeus, refrigerantes), tábua de petiscos com queijos e azeitonas, guia ao vivo pelo capitão durante todo o trajeto — e todas as taxas inclusas para você só relaxar e aproveitar.
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