Prove os vinhos vulcânicos únicos de Santorini em três vinícolas diferentes com um guia que fala inglês, experimente petiscos locais e aproveite uma refeição leve na última parada — tudo com traslado privado incluso. Prepare-se para risadas com novos sabores, histórias de quem vive aqui e momentos de paz com vista para o mar azul da ilha.
O tour visita três vinícolas diferentes para degustação.
Sim, o serviço de traslado de luxo ida e volta está incluído para tours privados.
Sim, há opções alternativas se avisar com antecedência.
Você vai provar de 12 a 14 vinhos vulcânicos diferentes, além de petiscos locais em cada vinícola.
Sim, uma refeição leve é servida na última vinícola do passeio.
Bebês são bem-vindos; carrinhos de bebê são permitidos e assentos infantis estão disponíveis.
O guia é experiente e fala inglês fluentemente.
Sim, há opções de transporte público perto dos pontos de encontro.
Seu dia inclui traslado privado em veículo de luxo, todas as entradas e degustações em três vinícolas de Santorini (com 12 a 14 vinhos vulcânicos para provar), petiscos locais em cada parada, um guia especialista em vinhos que fala inglês, água mineral durante todo o passeio, além de uma refeição leve na última vinícola — com opções para restrições alimentares se avisar antes.
Quase derramei minha água tentando entrar na van — culpa da empolgação (e talvez do chão de pedra). Nossa guia, Eleni, só sorriu e me entregou um guardanapo. Ela falou algo sobre como o solo vulcânico de Santorini “deixa as uvas teimosas”, e só entendi direito quando provamos o primeiro gole na vinícola familiar perto de Pyrgos. Era fresco, com um toque defumado? Difícil de explicar, mas ficou na memória. O ar trazia um leve cheiro de tomilho e sal do mar, que eu percebia entre um gole e outro.
Visitamos três vinícolas nesse tour de vinhos em Santorini, cada uma com seu charme. Na segunda parada, tentei falar “Assyrtiko” igual a Eleni (sem sucesso), e ela riu tanto que quase derrubou o próprio copo. Tinha azeitonas e umas mini tortinhas de queijo na mesa — sinceramente, eu poderia ter almoçado só aquilo. O grupo todo começou a trocar histórias sobre vinhos estranhos que já tinham provado em casa; um cara jurava que sentiu gosto de banana no vinho dele (não tinha). A luz da tarde era dourada e suave, refletindo nas paredes brancas ao redor.
A última vinícola parecia mais tranquila — talvez porque todo mundo já estivesse relaxado. Serviram uma refeição leve, mais um piquenique do que algo formal, com tomates locais que eram mais doces do que qualquer outro que já provei. Eleni contou sobre o avô dela que trabalhava nessas mesmas vinhas; dava pra sentir que ela falava com o coração. No caminho de volta, alguém cochilou e eu fiquei só olhando o mar azul passar. Ainda pensando naquela vista.
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