Você vai viajar com conforto por Santorini, com traslado privativo, parando para ver as icônicas cúpulas azuis de Firostefani antes de explorar o vilarejo de Pyrgos e provar vinhos na Argyros Estate. Passeie pelas trilhas de Oia e termine na Praia de Kamari, com tempo para nadar ou simplesmente observar o movimento local — um passeio que mostra Santorini com olhos novos e histórias antigas.
O passeio tem duração aproximada de 5 horas.
Sim, o traslado do hotel, porto ou aeroporto está incluso.
Sim, você vai provar quatro vinhos na vinícola Argyros Estate com uma tábua de queijos.
Sim, passageiros de cruzeiros são bem-vindos; basta informar os dados do navio no momento da reserva.
Crianças podem participar acompanhadas de um adulto; cadeirinhas para bebês estão disponíveis mediante pedido.
Sim, Oia é uma das paradas principais deste tour privativo saindo de Fira ou do porto de cruzeiros.
Sim, você terá tempo livre na Praia de Kamari para nadar ou relaxar à beira-mar.
Uma especialista em vinhos conduz a degustação na vinícola Argyros Estate.
Seu dia inclui traslado privativo do hotel ou porto em uma van deluxe com ar-condicionado e água mineral durante o trajeto. Você terá comentários do motorista local em cada parada — além de uma sessão guiada de degustação de vinhos com tábua de queijos na Argyros Estate, antes de voltar com conforto para seu hotel ou navio.
A primeira coisa que vi pela janela da van foi aquela cúpula azul em Firostefani — você sabe qual é. Parece até cena de filme, tão perfeita que parece pintada só para os turistas, mas nosso guia Yannis só sorriu e disse: “Aqui é a vida real.” Ficamos na beira da caldeira com o vento puxando meu chapéu e o mar lá embaixo parecendo estar a uma distância impossível. Os sinos tocaram uma vez enquanto tirávamos fotos; acho que nunca vou esquecer aquele som misturado com as risadas de todo mundo tentando capturar aquela foto clássica (é mais difícil do que o Instagram mostra).
Depois seguimos para Pyrgos, passando por varandas cheias de flores e velhinhos jogando cartas sob guarda-sóis desbotados. Yannis apontou uma padaria onde ele toma café todas as manhãs — dava para sentir o cheiro do pão saindo do forno mesmo do lado de fora. No Mosteiro de Profitis Ilias, o silêncio tomou conta de um jeito que eu não esperava. O ar lá em cima era mais fresco, quase com cheiro de pinho, e um dos monges nos ofereceu um gole do vinho caseiro deles. Talvez não seja meu estilo de vinho, mas tinha uma sinceridade única. A vista alcançava toda Santorini — vilarejos brancos espalhados como dados pelas colinas.
Oia estava movimentada, mas linda daquele jeito caótico que só lugares famosos têm. Entramos numa lojinha minúscula quando começou a garoar (só por cinco minutos — o suficiente para deixar as ruas de pedra brilhando). Mais tarde, na vinícola Argyros Estate, nossa especialista em vinhos Maria serviu quatro taças lado a lado e explicou por que o Assyrtiko tem esse sabor salgado — “É o vulcão,” disse, batendo na taça. Veio também uma tábua de queijos com palitinhos de pão e, sinceramente? Depois de tanto caminhar, aquela combinação foi uma recompensa perfeita.
Terminei o dia na Praia de Kamari, com os sapatos fora e a areia preta grudando em tudo (ninguém avisa que ela esquenta demais). Tinha famílias rindo em grego perto dali e um vendedor de fatias de melancia à beira da água. Minha bateria do celular já tinha acabado, mas nem me importei — às vezes a gente só quer sentar e deixar tudo se encaixar na cabeça antes de voltar para onde estiver hospedado.
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