Você vai caminhar pelas famosas ruas brancas de Oia, apreciar vistas incríveis da caldeira em vilas como Firostefani, parar em igrejas de cúpulas azuis icônicas e provar vinhos locais ou relaxar à beira-mar — tudo com um guia local simpático e transfer privado. Prepare-se para risadas, histórias reais e momentos que vão ficar na memória muito depois da viagem.
O passeio dura cerca de 4 a 5 horas.
Sim, o transfer do hotel ou porto está incluso.
Você vai conhecer Oia, Firostefani e Imerovigli.
Sim, há uma parada opcional em uma vinícola tradicional para degustação.
Sim, passageiros de cruzeiros podem participar mediante informações prévias.
Não há almoço incluso; você pode escolher entre a degustação na vinícola ou almoçar na praia de areia preta por conta própria.
Sim, todas as taxas, impostos e encargos estão inclusos.
Sim, é indicado para todos os níveis de condicionamento físico.
Seu dia inclui transporte privado em minivan com ar-condicionado, com transfer previamente combinado do hotel ou porto. Um guia local que fala inglês acompanha você em cada parada — Oia, Firostefani, Imerovigli — e até o Mosteiro do Profeta Elias. Todas as taxas e encargos estão cobertos. Você pode optar por uma degustação descontraída em uma vinícola tradicional ou passar um tempo na praia de areia preta antes de voltar.
“Vê aquela cúpula azul? É onde todo mundo tenta tirar a foto perfeita,” sorriu nosso motorista Nikos enquanto saíamos da van em Oia. O ar trazia um leve cheiro de sal do mar e protetor solar, e, para ser sincero, eu ainda estava despertando — mas as vielas brancas já estavam cheias de casais e lojistas organizando cartões-postais. Caminhamos por aquelas ruas estreitas, parando a cada passo porque alguém (ok, eu) não conseguia desgrudar os olhos da vista da caldeira. Oia tem algo que parece ao mesmo tempo perfeito para cartão-postal e aconchegante — roupas penduradas nas varandas, um senhor vendendo figos numa caixa. Tentei pedir um em grego; ele só sorriu e me entregou.
Depois de Oia, seguimos pelas falésias rumo a Firostefani e Imerovigli. Nikos apontou a Rocha Skaros — dizem que antigamente construíam castelos ali para vigiar piratas. O vento aumentou quando chegamos mais perto; dava para ouvir os sinos das igrejas ecoando lá embaixo. Em certo momento, paramos na igreja de cúpulas azuis (as “Três Sinos de Fira” — você provavelmente já viu no Instagram), mas ao vivo é bem mais tranquila do que eu imaginava. Só nós, alguns gatos preguiçosos tomando sol nas pedras quentes, e aquela vista absurda para o vulcão.
O ponto mais alto de Santorini é o Mosteiro do Profeta Elias — não é longe, mas parece outro mundo lá em cima. O ar é mais rarefeito e tem cheiro de tomilho selvagem. Nikos nos deixou explorar um pouco; sentei num muro baixo só para observar as nuvens passando sobre a ilha. Tínhamos a opção de visitar uma vinícola ou ir à praia de areia preta para almoçar — escolhemos o vinho (sem arrependimentos). A degustação foi tranquila; nosso anfitrião serviu amostras de Assyrtiko enquanto contava histórias sobre a vinha do avô. Até hoje, quando vejo fotos de Santorini, lembro daquele vinho branco fresco.
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