Você vai navegar pela caldeira de Santorini em um kaiki tradicional, com paradas para nadar perto das praias Red e White, acessíveis só de barco. Aproveite vinho local enquanto a equipe prepara o almoço a bordo — salada grega, folhas de videira recheadas e frango fresco — antes de ancorar na ilha de Thirasia para snorkel ou relaxar. O passeio termina na Baía de Amoudi, sob os penhascos de Oia, com o cheiro do mar e aquela vibe tranquila grega.
O passeio para perto da Red Beach e da White Beach para nadar e tirar fotos.
Sim, o almoço é preparado a bordo com filé de frango, molhos gregos, feijão, folhas de videira recheadas, salada e frutas.
O passeio sai do porto de Vlychada e termina na Baía de Amoudi, em Oia.
Sim, vinho branco local e refrigerantes são servidos durante todo o passeio.
Sim, há equipamento disponível para usar nas paradas para mergulho, como na ilha de Thirasia.
Sim, o traslado do hotel até o porto (e de volta) é feito em minivan ou van com ar-condicionado.
Crianças são bem-vindas, desde que acompanhadas por um adulto; bebês podem ficar no colo ou usar carrinho a bordo.
O passeio dura várias horas, saindo pela manhã e chegando à tarde na Baía de Amoudi.
O seu dia inclui traslado do hotel em minivan ou van com ar-condicionado até o porto de Vlychada, onde embarcará em um kaiki tradicional. As paradas para banho na Red Beach e White Beach incluem uso de equipamento para snorkel, se desejar. Vinho branco local e refrigerantes são servidos à vontade enquanto o almoço é preparado a bordo — espere filé de frango, molhos gregos clássicos, feijão, folhas de videira recheadas, salada e frutas — antes de terminar na Baía de Amoudi, sob os penhascos de Oia.
Antes mesmo de encontrar meu lugar no corrimão de madeira, alguém me entrega uma taça de vinho branco gelado — é assim que começa esse passeio de um dia pela caldeira de Santorini. O barco é um kaiki, todo de madeira pintada e bancos aquecidos pelo sol. Nosso capitão, Nikos, sorri como quem faz isso há uma vida inteira. Ainda ajeito meu chapéu quando partimos do porto de Vlychada, a água já com aquele azul absurdo que só se vê em cartões-postais, mas que só acredita quem está aqui. O cheiro de sal misturado com algo grelhado no ar revela que o almoço já está sendo preparado a bordo.
Primeira parada é perto da Red Beach. As falésias são de um vermelho ferrugem, quase desmoronando no mar. Nikos explica sobre o ferro no solo — não lembro de tudo, só que isso deixa a água ainda mais vibrante. Um casal de Atenas pula na água sem hesitar; eu fico na dúvida (a água é mais fria do que parece), mas acabo rindo de mim mesmo e mergulho também. A areia é grossa, nada macia, mas combina perfeitamente com o lugar. Passamos também pela White Beach — só dá para chegar de barco, o que deixa tudo mais especial, mesmo com outros barcos por perto.
O antigo farol passa rápido na beira do penhasco enquanto alguém aponta a Indian Rock (confesso que não vi a “cara” que todo mundo fala). Navegar ao redor do vulcão de Santorini é mais tranquilo do que eu esperava — só o vento e algumas gaivotas voando. O ar carrega um leve cheiro de enxofre por um instante e logo some. Na ilha de Thirasia, ancoramos de novo; alguns mergulham para fazer snorkel enquanto a equipe prepara o almoço: filé de frango, feijão no azeite, aquelas folhas de videira recheadas com arroz (sempre esqueço o nome), salada grega e frutas. Todo mundo come além da conta, e ninguém se importa.
Terminamos na Baía de Amoudi, sob os penhascos de Oia — barcos de pesca balançando suavemente ao nosso lado, o sol refletindo nas pinturas coloridas. O barulho das vozes e risadas é constante, mas há um silêncio especial quando você olha para as casas empilhadas acima, em cores impossíveis. Ainda penso naquele último momento antes de descer do barco — o sal secando na pele, desejando poder repetir tudo amanhã.
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