Você vai navegar pela costa de Santorini num catamarã com paradas para nadar na Praia Vermelha e perto das Fontes Termais, além de um almoço com churrasco e vinho local servido no convés. Assista ao pôr do sol sob as falésias da caldeira ao som de uma música suave — uma daquelas noites em que o tempo desacelera e dá pra aproveitar de verdade.
O passeio dura algumas horas no fim da tarde até o pôr do sol, incluindo paradas para nadar e jantar.
Sim, o traslado ida e volta do hotel está incluído na reserva.
É possível nadar perto das Fontes Termais; os barcos ficam a cerca de 50 metros por causa das regras.
Sim, um churrasco é preparado na hora a bordo, com opções vegetarianas disponíveis.
Sim, bebidas como vinho branco local, refrigerantes, água e sucos são servidas durante todo o cruzeiro.
Leve óculos de sol, chapéu, protetor solar, roupas secas e uma jaqueta leve para depois do pôr do sol.
Sim, há equipamentos de snorkel e boias disponíveis para os convidados usarem.
O máximo de passageiros por cruzeiro é 55 pessoas.
Seu dia inclui traslado ida e volta do hotel, instruções de segurança em vários idiomas, uso de equipamento de snorkel e boias, música animada a bordo, churrasco fresco com opções vegetarianas, bebidas como vinho branco de Santorini e refrigerantes durante o passeio — além de cobertores quentinhos caso esfrie depois do anoitecer antes de voltar ao porto.
Estranho dizer que até hoje sinto o cheiro daquela mistura de sal e legumes grelhados quando lembro do nosso cruzeiro de catamarã ao pôr do sol em Santorini? Começamos lá em Amoudi Bay — tiramos os sapatos antes de embarcar (sempre esqueço como isso é libertador). Nosso guia, Yannis, tinha um jeito de deixar todo mundo à vontade, conversando em grego e inglês como se mudasse de estação de rádio. O barco passou perto do vulcão e de Palea Kameni, e alguém apontou o vapor subindo ao longe — dava quase pra sentir o gosto dos minerais no ar, ou será que era só minha imaginação?
Não esperava que a água perto das Fontes Termais fosse tão amarelada. Não podíamos chegar muito perto (Yannis falou algo sobre regras), mas dava pra sentir um calorzinho sutil se você molhasse a mão na água. Teve um momento em que todo mundo ficou em silêncio vendo o farol antigo piscando contra as falésias — nada dramático, só uma paz no ar. Aí a música voltou, as crianças brincavam perto da Praia Vermelha enquanto alguns tentavam fazer snorkel (engoli um pouco de água do mar — clássico eu). A cor daquelas pedras realmente confunde a gente sobre o que é real.
O almoço foi simples, mas perfeito — frango e legumes grelhados, além de um vinho branco local chamado Nychteru que descia fácil demais. Alguém perguntou se já tínhamos provado tomates tão doces assim; eu nunca tinha. Acabei conversando com a Maria, de Atenas, sobre a vida na ilha enquanto segurava meu prato meio desajeitado porque o barco balançava. Quando chegamos na Praia Branca para outro mergulho, o sol já começava a se pôr e tudo ficou dourado. É engraçado como todo mundo fica quieto justo antes do pôr do sol — até a tripulação deu uma pausa para admirar.
A última parte foi só vento, risadas e aquela sensação que só dá quando você para de olhar o celular a cada cinco minutos. Ver as falésias de Santorini iluminadas de laranja lá do mar... fica guardado na memória mais do que você imagina.

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