Explore o vulcão de Santorini com um guia local, nade nas fontes termais perto de Palea Kameni (não se preocupe, tem boias de espuma), e desfrute de comida e vinho gregos no convés enquanto assiste ao pôr do sol em Oia, direto da caldeira. Risadas, pele salgada e momentos que ficam para sempre.
O passeio dura várias horas, incluindo a caminhada, paradas para banho nas fontes termais de Palea Kameni e na ilha de Thirassia, jantar a bordo e o pôr do sol perto de Oia.
Sim, o traslado do hotel até o ponto de encontro e o retorno estão inclusos se você escolher a opção "com traslado" na reserva.
É recomendável ter um preparo físico moderado e usar calçados resistentes para os trechos de pedras.
É necessário ter alguma confiança na água; boias de espuma são fornecidas para ajudar quem precisar.
O jantar é um buffet grego servido a bordo, com vinho incluso.
O barco ancorará perto de Oia, na caldeira, para que os convidados assistam ao famoso pôr do sol de Santorini direto do mar.
Não, há uma taxa de entrada de 5€ por pessoa para acessar o vulcão, que deve ser paga no local.
Seu dia inclui traslado de ida e volta do hotel (se selecionado), caminhada guiada pelo vulcão de Santorini com explicações especializadas, uso de boias de espuma para nadar nas fontes termais de Palea Kameni, todas as paradas para banho conforme o roteiro, jantar buffet grego a bordo com vinho cortesia — e bastante tempo para curtir o pôr do sol na caldeira antes de voltar.
“Você vai sentir o cheiro antes de ver,” nosso guia Yannis sorriu quando chegamos em Nea Kameni. Ele não estava exagerando — o ar tinha um toque forte, quase metálico, e as pedras sob os pés estavam quentes, mesmo com o vento bagunçando meu cabelo. Saímos do porto antigo só uma hora antes, mas pisar naquela cratera vulcânica preta parecia ter chegado a outro planeta. Yannis não parava de contar histórias sobre as erupções e como a caldeira de Santorini se formou — confesso que só metade do que ele falou entrou, porque eu estava tentando não tropeçar nas pedras de lava (leve um tênis bom, sério). A vista do topo ainda me vem à mente: vilarejos brancos pendurados nas falésias, o mar azul lá embaixo, e pequenas nuvens de vapor ao redor. Era surreal.
Depois de descer com cuidado, nosso barco seguiu para Palea Kameni, onde ficam as fontes termais. O capitão ancorou a uns trinta metros da margem — longe o suficiente para ter que nadar até lá. A água mudava do azul gelado para um tom meio enferrujado conforme chegávamos perto; tinha um cheiro leve de enxofre, mas nada desagradável. No começo, fiquei com receio (não sou um nadador forte), mas me deram uma boia de espuma e disseram “só flutua!” e foi o que fiz. A pele formigava com os minerais e por alguns minutos fiquei ali, olhando o céu enquanto crianças brincavam perto e todo mundo ria da nossa cara de quem acabou de sair de um spa vulcânico.
Enrolados nas toalhas, navegamos passando pela ilha de Thirassia — alguém apontou cabras subindo pelas pedras — e logo o jantar estava servido. Um buffet grego no convés: bolinhos de tomate, frango grelhado, saladas regadas com azeite. O vinho rolava solto (talvez demais para um casal britânico que começou a cantar). O sol já começava a se pôr atrás de Oia. Não tem como descrever aquela luz, só sei que tudo parecia mais suave — como se alguém tivesse baixado o volume da vida real por uns minutos.
Não costumo me emocionar com pôr do sol, mas ali, com o sal ainda na pele, comendo feta com pessoas que já pareciam amigos… sim, Santorini mexe com a gente. Se está pensando em reservar esse cruzeiro ao pôr do sol com trilha no vulcão e jantar, vai fundo. Você vai voltar com cheiro de enxofre e um sorriso no rosto.
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