Você vai se sentir cuidado desde o momento que pousar em Paris — seu motorista te espera logo após a imigração, ajuda com as malas e te leva direto para o hotel ou apartamento. No dia da partida, relaxe sabendo que a busca está garantida. É sobre se sentir acolhido para aproveitar de verdade seus primeiros (e últimos) momentos na cidade.
Sim, é um transfer privado ida e volta só para você (e seu grupo) entre os aeroportos CDG ou Orly e qualquer endereço em Paris.
Sim, o motorista espera por você logo após a imigração segurando uma placa com seu nome para facilitar o encontro.
Sim, o drop-off e a busca podem ser feitos em hotéis, apartamentos, residências particulares ou até estações de trem dentro de Paris.
Sim, água engarrafada é oferecida no carro para seu conforto em ambos os trajetos.
Não se preocupe — os motoristas falam várias línguas, incluindo inglês; a comunicação é tranquila.
Informe seus horários de chegada/partida, números dos voos, endereço e contato ao reservar; você receberá a confirmação por voucher.
Bebês são permitidos, mas devem ficar no colo de um adulto durante o trajeto, conforme as regras locais.
Seu transfer inclui serviço privado de motorista entre os aeroportos Charles de Gaulle ou Orly e qualquer endereço em Paris (hotel, apartamento ou estação de trem), água engarrafada em cada trajeto, todos os impostos e taxas inclusos — além de ajuda com as malas nos dois sentidos.
Confesso que estava meio apreensivo ao chegar no Charles de Gaulle depois de um voo noturno — meu francês é bem básico, e a ideia de encarar trens ou táxis com jetlag parecia demais. Por isso, reservei esse transfer privado em Paris, e, sinceramente, fez a chegada parecer... quase fácil? Vi meu nome numa placa logo depois da imigração (o que deu uma segurança estranha), e nosso motorista — Jean-Luc — me recebeu como se já me conhecesse. Ele até ajudou a controlar minha mala que não parava de tombar, o que foi mais do que eu esperava.
A viagem para o centro de Paris foi tranquila e perfeita. Tem algo mágico em ver a cidade pela janela depois de tantas horas no avião — aqueles primeiros vislumbres dos telhados antigos e das padarias, a luz da manhã meio cinza e suave. Jean-Luc apontou algumas coisas em inglês com sotaque francês (“Aquela é a Torre Montparnasse — os parisienses odeiam,” ele brincou), e me ofereceu uma garrafinha de água quando percebeu que eu estava esfregando os olhos. É um detalhe pequeno, mas depois de tantas horas no ar, água gelada faz toda a diferença. O carro tinha um cheiro leve de couro e chiclete de menta; até hoje lembro disso.
Na hora de deixar Paris (nunca fácil), a busca foi igualmente tranquila. O mesmo motorista apareceu cedo no meu hotel — eu esperava algum desespero de última hora, mas não, ele já estava lá fora, encostado no carro lendo Le Monde. Conversamos sobre padarias enquanto enfrentávamos o trânsito rumo ao aeroporto de Orly; pelo jeito, o croissant favorito dele é de uma padaria perto da Gare de Lyon (“mas não conta pra minha esposa,” ele sorriu). Nada de pressa ou estresse com horário — só aquela sensação calma de que alguém estava cuidando de tudo. E, sinceramente? É isso que você quer ao sair de Paris.
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