Você vai explorar os vinhedos do sul do Rhône com um guia local, provando vinhos de Châteauneuf-du-Pape direto das vinícolas familiares. Na época certa, rola até um piquenique ao ar livre com queijos frescos e tapenade. Prepare-se para risadas com o francês atrapalhado, histórias sinceras dos produtores e um passeio tranquilo por vinhas que vão ficar na sua cabeça por um bom tempo.
O tour de meio dia acontece das 9h30 às 15h30 (com piquenique) ou das 14h às 18h30 (sem piquenique).
O piquenique com produtos locais fresquinhos está incluso só nos tours da manhã, de abril a outubro, com três degustações.
Você visita duas ou três vinícolas, dependendo da opção escolhida; todas incluem Châteauneuf-du-Pape.
Sim, algumas vinícolas agora produzem vinhos brancos — especialmente em Cairanne e Châteauneuf-du-Pape, onde você prova tintos e brancos.
O tour começa em Avignon, com transporte incluso para buscar você.
É possível comprar garrafas na maioria das vinícolas; envio está disponível, exceto em Séguret e Beaumes de Venise.
Sim, é para todos os níveis, mas não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas cardíacos.
O seu dia inclui transporte de Avignon, visitas guiadas a duas ou três vinícolas do Rhône (com pelo menos uma em Châteauneuf-du-Pape), degustações generosas de vinhos tintos e brancos em cada parada e, se escolher a época certa, um piquenique com produtos frescos da fazenda antes de voltar pelo interior da Provence no fim da tarde.
Não esperava que o primeiro vinhedo perto de Beaumes de Venise tivesse cheiro de mel e ervas silvestres — mas foi a primeira coisa que senti ao sair da van do Arnaud. Ele acenou com aquele sorriso fácil, falando das uvas Muscat e de como a luz bate nas pedras dali. Tentei rodar a taça do jeito que ele mostrou (sem muita graça), e alguém riu quando quase derramei tudo. O vinho era doce, mas nada enjoativo, e eu ficava pensando no silêncio ao redor, só quebrado por um trator lá longe.
Depois de uma curta viagem, chegamos a Gigondas. O ar parecia mais fresco, talvez por causa da brisa ou do frio na barriga — sempre fico tímido perto de gente nova, mas o Arnaud fez parecer que a gente se conhecia há tempos. Ele contou que Cairanne só começou a fazer vinhos brancos recentemente, o que me surpreendeu. Sentamos numa toalha colorida para o piquenique (se você fizer o tour da manhã, de abril a outubro), com ovos cozidos e queijo de cabra de uma fazenda próxima. A tapenade estava salgadinha e perfeita com o pão; pra ser sincero, só aquilo já teria me deixado feliz.
A última parada foi Châteauneuf-du-Pape. Já tinha perdido a conta dos tintos que provamos — três? quatro? — mas cada um tinha um sabor diferente, mais intenso, picante ou simplesmente mais profundo. A família da vinícola servia com tanto cuidado; as mãos deles ainda manchadas da colheita. Tentei falar “merci” direito e provavelmente falei errado (o Arnaud sorriu). No caminho de volta para Avignon, vi os vinhedos passando em tons de dourado e verde, sentindo aquela mistura estranha de sono e gratidão que só um dia assim deixa.

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