Você vai flutuar por cânions abertos ao longo do Rio Grande perto de Taos, guiado por um local que conhece cada curva de Orilla Verde. Espere corredeiras suaves, tempo para nadar e vislumbres da vida no vilarejo de Pilar — além daqueles momentos em que o som do rio domina tudo.
Já estávamos flutuando quando percebi como o Rio Grande pode ser silencioso — não um silêncio total, mas aquele som suave da água tocando a balsa. Nosso guia, Mike, apontou como a luz batia nos penhascos negros de basalto na região de Orilla Verde. Ele cresceu ali perto, dava para ver na forma como conhecia cada curva e sabia quais pássaros passavam rápido se você prestasse atenção. O ar tinha um cheiro leve de sálvia e terra molhada, estranho, mas depois virou algo bem acolhedor.
Não esperava rir tanto — principalmente quando chegamos à nossa primeira corredeira de Classe II. Nada muito radical, mas o suficiente para molhar e ouvir alguém lá atrás (talvez eu) dar um grito meio alto. Entre as corredeiras, era só flutuar devagar, vendo as cores do deserto alto se misturando. Em um momento, Mike deixou a gente entrar na água para nadar; a temperatura era mais fria do que eu imaginei, mas valeu a pena. Tem algo especial em nadar naquela luz do cânion que fica guardado na memória.
Passar por Pilar foi quase como um segredo — Mike pediu para mantermos a voz baixa, respeitando o vilarejo. Alguns moradores acenaram das varandas, o que me fez sorrir mesmo com os dentes batendo de frio depois do banho. Tudo aconteceu sem pressa, com uma sensação estranha de conexão. Até hoje lembro daquele trecho onde tudo desacelerou e só se ouvia o som dos remos tocando a água.
Sim, o percurso tem trechos calmos e algumas corredeiras Classe II, fáceis para a maioria dos iniciantes.
Sim, existem trechos tranquilos perfeitos para nadar entre as corredeiras.
Sim, o transporte e todas as áreas são acessíveis para cadeirantes.
O passeio é planejado para durar meio dia no Rio Grande, perto de Taos.
Sim, você vai flutuar pelo vilarejo de Pilar, respeitando a zona de silêncio.
Não, é um passeio cênico com oportunidades para nadar, sem almoço incluso.
Sim, é uma atividade compartilhada; os convidados podem dividir balsas ou veículos com outros grupos.
Seu dia inclui um guia local profissional que conduz a balsa compartilhada pelos belos meandros do Rio Grande; todo o transporte é acessível para cadeirantes, garantindo conforto do começo ao fim.


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