Você vai explorar seis aldeias polinésias vivas na North Shore de O‘ahu, participar de artesanato com os locais e curtir um jantar buffet à vontade cercado por murais e música ao vivo. A noite termina com assentos silver no show HĀ: Breath of Life — uma apresentação cheia de fogo que fica na memória.
Logo que cheguei ao Centro Cultural Polinésio, fui tomado pelo cheiro — um doce perfume de plumeria no ar misturado com abacaxi grelhado de uma barraca de comida. Mal havíamos passado pela entrada na North Shore de O‘ahu quando uma estudante chamada Lani nos chamou para tentar fazer tranças com folhas de coco. Minhas mãos atrapalhadas não ajudaram (ela riu e disse que era normal), mas adorei como todo mundo parecia feliz em compartilhar sua cultura sem pressa. O lugar pulsava vida — crianças correndo, o som do ukulele vindo de uma das seis aldeias, a lagoa brilhando ao sol. Eu pensava: isso aqui não é um museu, é muito mais.
Fomos de Tonga a Samoa e voltamos — cada aldeia tinha seu ritmo próprio. Em Aotearoa, um rapaz nos ensinou a brincar com as bolas de poi; quase me acertei no rosto e ele sorriu como se já tivesse visto aquilo mil vezes. Às vezes, eu só parava para observar as pessoas contando histórias ou dançando descalças na grama. O passeio é livre, você pode ficar o tempo que quiser ou seguir em frente — sem pressão. Por volta das 16h30, fomos para o Gateway Buffet (as portas abrem cedo, mas como sempre, chegamos atrasados). O salão é enorme e tem um mural 360° ao redor — parecia que estávamos comendo dentro de uma pintura. A comida superou minhas expectativas para um buffet; poke, porco kalua, pãezinhos de taro, até opções para quem é mais seletivo. A banda tocava baixinho enquanto as pessoas enchiam os pratos — alguém na nossa mesa tentou me ensinar a dizer “mahalo” direito (acho que estraguei a palavra).
À noite, todo mundo se dirigiu ao teatro ao ar livre para o show HĀ: Breath of Life. Com assentos silver, conseguimos ver de perto cada movimento do fogo na dança com facas — o calor chegava até nós quando as lâminas giravam. O espetáculo é grandioso — mais de 100 artistas — mas também tem momentos de silêncio: sombras passando pelos rostos durante uma canção de ninar, aquele silêncio antes do aplauso explodir. Até hoje lembro do coração acelerado no ato final (não sei se era nervoso ou emoção). Saímos sob luzes de corda, com areia ainda nos chinelos e, sinceramente, não esperava me sentir tão conectado no fim.
O pacote inclui entrada o dia todo para as seis aldeias, jantar buffet no Gateway Restaurant com música ao vivo e assentos silver no show noturno HĀ: Breath of Life.
Não há transporte do hotel incluído; opções de transporte público ficam próximas ao local.
Sim, carrinhos são práticos para explorar, mas devem ser deixados do lado de fora em alguns shows; os pais podem precisar segurar os bebês no colo.
Sim, todas as áreas e superfícies são acessíveis para cadeirantes, incluindo o transporte interno no centro.
Sim, bebês são bem-vindos; precisam ficar no colo dos adultos durante os shows e há assentos especiais para eles.
O show HĀ: Breath of Life começa às 19h30 e termina por volta das 20h45.
Não há guia incluído, mas tours em grupo ou privados podem ser contratados no centro por um custo extra.
Seu dia inclui entrada nas seis aldeias interativas do Polynesian Cultural Center do meio-dia até o fim da tarde, seguido pelo buffet no Gateway Restaurant com música ao vivo das 16h30 às 19h. À noite, você terá assentos silver reservados para o show HĀ: Breath of Life — a apresentação mais famosa das ilhas do Pacífico, no teatro ao ar livre, antes de voltar para casa.
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