Você vai remar em águas calmas perto de Hoonah com um guia local que conhece todas as histórias por trás das margens musgosas e dos antigos acampamentos madeireiros. Pickup fácil no porto (não vá para o lugar errado!), todo o equipamento incluso, talvez um pouco de chuva no ar — mas também risadas e aqueles momentos em que o Alasca parece enorme e ao mesmo tempo tão perto.
O passeio começa no centro de excursões, perto da base do tirolesa, ao lado da gôndola verde na área do porto de Hoonah.
Sim, o pickup está incluso no centro de excursões; não vá direto para nenhum centro de caiaque.
Vista roupas para clima fresco; ponchos leves para chuva são fornecidos se necessário.
Sim, há sempre chance de avistar vida selvagem como leões marinhos ou águias ao longo da margem.
Sim, é indicado para todos os níveis de preparo físico e acontece em águas calmas.
Você recebe coletes salva-vidas, remos, caiaques, saias de proteção e ponchos para chuva, se precisar.
O trajeto segue a margem do porto de Hoonah até o antigo acampamento madeireiro; o tempo varia conforme o ritmo do grupo.
Seu dia inclui pickup no centro de excursões de Hoonah, perto da gôndola verde, todo o equipamento para caiaque como coletes salva-vidas e remos, saias para proteção na água, além de ponchos leves para chuva, caso o tempo mude enquanto você rema rumo aos antigos acampamentos madeireiros na costa do Alasca.
Minhas mãos apertando o remo um pouco demais no começo — era eu, observando nossa guia (acho que o nome dela era Tasha?) acenando para a gente perto da gôndola verde, perto do tirolesa. Ela tinha um sorriso tranquilo, como quem já viu todo tipo de tempo e não se abala. Colocamos os coletes salva-vidas (o meu estava meio justo, mas nem liguei — dava segurança), e ela garantiu que ninguém fosse para o lugar errado dos caiaques. Acontece bastante, pelo visto. O ar tinha cheiro de cedro molhado e sal, que me atingiu assim que chegamos perto do porto.
Saímos do pequeno porto de Hoonah, remando em sintonia por uns dois golpes antes de eu perder o ritmo. Mas não fez diferença — a água aqui é tão calma que dá pra quase deixar levar. A Tasha apontou onde às vezes aparecem leões marinhos (hoje não teve, mas uma águia-careca passou voando e todo mundo ficou em silêncio). A margem era rústica, com troncos cobertos de musgo empilhados, lembrando os velhos tempos de acampamento madeireiro. Tem algo especial em ouvir essas histórias enquanto você flutua por ali — não sei, fica mais marcado do que só ler uma placa.
Fiquei esperando meus braços cansarem, mas, sinceramente? Foi só paz. Mesmo quando começou a garoar no meio do caminho (deram uns ponchos leves que faziam barulho a cada movimento), parecia certo — como se esse fosse o jeito que o sudeste do Alasca quer ser vivido. Rimos das mangas molhadas e tentamos adivinhar que pássaro estava cantando nas árvores. Alguém perguntou se os locais não se cansam dessa vista; a Tasha só sorriu e disse que sempre descobre algo novo toda semana. Ainda penso naquela água tranquila, como ela fazia tudo ao redor parecer distante.
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