Você vai velejar em Camden no histórico schooner Surprise com um grupo pequeno e tripulação local, passando pelo farol de Curtis Island e avistando animais como focas e gaviões-pescadores. Experimente ajudar nas velas ou relaxe com suas próprias bebidas enquanto o pôr do sol colore a baía. Assentos acolchoados, cobertores e binóculos estão incluídos—uma paz que você não espera.
O schooner acomoda até 18 passageiros por viagem.
Sim, todos os pets são bem-vindos a bordo desses passeios de barco.
Sim, todos os convidados têm assentos acolchoados no schooner.
Você pode avistar focas, aves marinhas como gaviões-pescadores e outras espécies costeiras.
Sim, crianças são bem-vindas e podem ajudar a içar as velas ou a comandar sob supervisão.
Não, não são fornecidos alimentos ou bebidas, mas você pode trazer os seus (BYOB).
Sim, alguns passeios ao entardecer e ao pôr do sol têm música acústica ao vivo, dependendo da temporada.
Os passeios acontecem diariamente de meados de maio a meados de outubro todos os anos.
Seu dia inclui assentos acolchoados para todos, além de cobertores e binóculos para observar a vida selvagem. Uma tripulação local que fala inglês conduz cada saída do porto de Camden, passando pelo farol de Curtis Island. Você pode levar sua própria comida e bebida (BYOB), e pets são aceitos também—tudo com um clima descontraído e pessoal antes de voltar para a costa.
Não esperava sentir tanta paz ali na Penobscot Bay. Mal havíamos saído do porto de Camden quando o vento mudou e, de repente, tudo—o burburinho dos cais, o cheiro do café da padaria da esquina—ficou para trás. Nosso capitão (acho que o nome dele era Eric?) apontou para o farol de Curtis Island e contou a história de um guarda que uma vez remou até lá no inverno. Tentei imaginar, mas acabei só observando uma foca aparecer perto das pedras. O ar tinha gosto de sal, quase frio, mesmo sendo junho.
A tripulação parecia conhecer cada canto dessas águas. Em um momento, alguém me passou um par de binóculos—um gavião-pescador voava em círculos sobre o Mount Battie, e dava para ver o ninho dele escondido num pinheiro torto lá no alto. Normalmente não sou de observar pássaros, mas ali era diferente. Éramos só uns doze no schooner (assentos acolchoados, graças a Deus), e todo mundo entrou num ritmo tranquilo—passando garrafas de vinho, rindo quando o chapéu de alguém quase voou. Alguém perguntou se podia ajudar com as velas; da hora pra outra, estávamos todos puxando cordas e fingindo que sabíamos o que fazíamos.
O pôr do sol apareceu devagar atrás das Camden Hills—luz dourada iluminando aquelas casas antigas de verão na beira da água. Esfriou rápido; os cobertores saíram debaixo dos bancos (são meio ásperos, mas quentinhos). Teve música acústica ao vivo em parte do passeio—nada elaborado, só um cara com violão cantando baixinho enquanto a gente voltava, vendo as luzes da cidade acenderem na margem. Fiquei pensando como tudo parecia tão pequeno dali, até as preocupações que trouxe comigo.

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