Deslize pelos bayous de Jean Lafitte, na Louisiana, em um pontoon sombreado com um guia local que conhece cada curva do pântano. Observe jacarés e garças entre ciprestes cobertos de musgo, ouça histórias cajun e sinta a calma da natureza a poucos minutos de New Orleans. São 90 minutos que vão ficar na sua memória muito depois do passeio.
O passeio dura cerca de 90 minutos na água.
Sim, o transfer de ida e volta do hotel está disponível em locais selecionados por um custo extra, se reservado com antecedência.
Você pode avistar jacarés, garças, guaxinins, ratões-do-banhado, cobras e várias plantas nativas.
Sim, os guias nasceram e cresceram na região do bayou.
Sim, os barcos são acessíveis para cadeirantes conforme as informações fornecidas.
Sim, o passeio acontece em todas as condições climáticas; vista-se adequadamente para chuva ou sol.
Sim, os barcos pontoon têm banheiros para maior conforto dos visitantes.
Se você escolher o horário das 10h, há a opção de adicionar um almoço no Restaurant Des Familles após o passeio.
Seu dia inclui um passeio narrado de 90 minutos de barco pontoon pelos bayous de Jean Lafitte, com um guia local que conta histórias e fatos sobre a vida selvagem; os barcos têm banheiros para sua comodidade; há opção de transfer do hotel em New Orleans por um custo extra; e você pode incluir almoço no Restaurant Des Familles se escolher o horário da manhã antes de voltar para a cidade.
Subimos no barco pontoon em Jean Lafitte e, logo de cara, sentimos aquele cheiro forte e terroso — não ruim, só diferente. Nosso guia, Capitão Roy, acenou com um sorriso e perguntou “Prontos, pessoal?” Ele cresceu por aqui, dava pra ver no jeito. Apontou para os “joelhos” dos ciprestes que brotavam da água como dedos nodosos. O barco seguia devagar, dava pra ouvir o zumbido dos insetos e, às vezes, o splash de algo invisível. Fiquei de olho nos jacarés (tinha ouvido tantas histórias), e não demorou: um deslizou de um tronco uns dez minutos depois. Mal fez ondas.
A luz era diferente — meio esverdeada por causa do musgo pendurado. O Capitão Roy contou como a avó dele cozinhava com ervas selvagens daqui. Tentei imaginar como seria crescer num lugar onde o quintal é basicamente um pântano. Passamos por baixo de galhos baixos onde garças equilibravam-se como equilibristas, e em certo momento alguém viu um guaxinim espiando das sombras. Teve um instante em que tudo ficou silencioso, só o ronco do barco no fundo, e pensei: uau, isso aqui é bem diferente de New Orleans, que fica a meia hora.
Não esperava rir tanto — principalmente quando o Roy tentou ensinar a gente a pronunciar “bayou” direito (ainda não consigo). O passeio dura cerca de 90 minutos, mas parece que o tempo estica de um jeito bom. Se você estiver em New Orleans, eles oferecem transfer do hotel por um custo extra, ótimo pra quem não quer dirigir. Ah — leve repelente e evite os sapatos mais chiques. Ainda lembro da brisa leve vindo da água e como foi fácil esquecer o resto do mundo por um tempo.
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