Você vai caminhar pelas falésias de Gran Canaria, explorar uma caverna antiga com um guia local, fazer rapel até as pedras do Atlântico, atravessar uma passagem de corrente acima das ondas, voar numa tirolesa sobre o mar e subir de volta para curtir lanches e vistas inesquecíveis.
Não precisa ter experiência—apenas um preparo físico moderado e espírito aventureiro.
Sim, todo o equipamento de segurança como capacetes e cintos está incluído.
A tirolesa tem 35 metros de extensão sobre a água.
A rota inclui trilha nas falésias, exploração da caverna aborígene, rapel até o nível do mar, escalada pelas pedras (passagem pela corrente), tirolesa sobre a água (ou pulos no verão), além de lanches no final.
Não há menção de transporte; consulte diretamente a RockNatour para opções de traslado.
O passeio não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou no coração; é necessário preparo físico moderado.
Você pode entrar em contato com a RockNatour pelo WhatsApp ou e-mail para entrar na lista de espera ou verificar vagas de última hora.
Sim—de junho a agosto a tirolesa é substituída por pulos na água.
Seu dia inclui todo o equipamento técnico—capacete e cinto fornecidos pelo guia—e termina com lanches no topo, enquanto você revê toda a rota de coasteering antes de voltar para casa, cansado, salgado e feliz.
Ainda lembro do primeiro instante—de pé na beira de uma falésia em Gran Canaria, o vento do Atlântico bagunçando meu cabelo e o sal queimando os lábios. Nosso guia, José, sorria enquanto distribuía capacetes e cintos de segurança. Ele cresceu por ali e não parava de apontar pequenos lagartos que corriam entre as pedras. O sol já estava alto, mas sem ser forte demais, só aquela luz dourada que deixa tudo mais nítido. Começamos por um caminho estreito esculpido na rocha, com o mar rugindo lá embaixo e pequenos tufos de flores selvagens agarrados em lugares quase impossíveis.
José nos levou até uma caverna antiga—ele chamava de “aborigen” e contou que pessoas se abrigavam ali há séculos. O cheiro era de terra e algo antigo que eu não conseguia identificar. Tentei agradecer em espanhol (gracias!), mas devo ter soado meio desajeitado; José só riu e me acenou para entrar. Depois disso, nos prendemos nas cordas para o rapel até as pedras perto do mar. Minhas mãos tremiam um pouco no começo (não vou negar), mas José falava tranquilo atrás de mim—algo sobre ter feito aquilo centenas de vezes—e de repente meus pés já tocavam as rochas ao nível do mar.
A próxima parte era uma corrente fixada na face da falésia—uma espécie de corrimão instável enquanto avançávamos sobre as ondas quebrando lá embaixo. Eu sentia cheiro de algas toda vez que uma onda batia. Depois veio a parte mais emocionante: uma tirolesa que cruzava 35 metros sobre a água azul-esverdeada. Meu coração batia tão forte que quase esqueci de soltar no final—ouvi alguém vibrando (será que era por mim? Ou por ele mesmo?). A subida de volta foi lenta, mas estranhamente calma, só o grupo ofegante e o sol brincando entre as fendas da pedra.
Terminamos onde começamos, suados e salgados, dividindo lanches enquanto cada um contava onde sentiu mais medo, orgulho ou os dois ao mesmo tempo. Até hoje, se fecho os olhos, ainda ouço o som das ondas sob meus pés e sinto a corda apertando minha palma—então, se está pensando em fazer coasteering em Gran Canaria com a RockNatour, vai sem medo.
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