Você vai sentir o deserto de Dubai em todos os sentidos: areia macia sob os pés no dune bashing, o aroma do gahwa no acampamento, passeio de camelo ao pôr do sol, jantar com churrasco defumado, shows ao vivo e arte em henna. O transporte do hotel facilita relaxar e aproveitar cada momento — mesmo depois de voltar para casa, você vai lembrar dos dançarinos girando.
O transporte busca entre 14h e 14h30 nos meses de inverno.
Sim, o serviço de busca e retorno no hotel ou residência em Dubai está incluso.
O dune bashing dura cerca de 30 minutos durante o passeio.
Sim, o buffet internacional oferece pratos vegetarianos e não vegetarianos.
Bebês podem participar, mas devem ficar no colo de um adulto; assentos especiais para bebês estão disponíveis.
Não, passeios de quadriciclo ou buggy são opcionais e pagos à parte.
A dança do ventre não acontece durante o Ramadã; os shows de tanura e fogo estão inclusos.
Use roupas casuais e confortáveis; tênis esportivos são recomendados para sandboard. Leve um casaco no inverno.
Seu passeio inclui transporte em 4x4 com ar-condicionado para busca e retorno no hotel em Dubai, cerca de 30 minutos de dune bashing pelas areias douradas, passeio curto de camelo, café árabe (gahwa) com tâmaras e petiscos locais como falafel e luqaymat no acampamento, água e refrigerantes à vontade, jantar com buffet internacional de churrasco com opções vegetarianas, oportunidade de sandboard, shows ao vivo de dança tanura e fogo (dança do ventre exceto no Ramadã), pintura de henna para mulheres (desenho pequeno), além de uma opção de fotos com falcão por uma taxa antes do retorno ao hotel.
A primeira coisa que percebi foi o barulho da areia sob meus tênis quando saímos perto da borda do deserto de Dubai — era mais silencioso do que eu esperava, só o murmúrio do grupo e o som baixo do 4x4 esfriando. Nosso motorista, Kareem, sorriu enquanto distribuía garrafinhas de água gelada (graças a ele), e deu uma rápida explicação antes de todos voltarmos para o carro para o dune bashing. Confesso que achei que encararia numa boa — mas no meio daqueles mergulhos e curvas bruscas, eu ria tanto que até doía o rosto. A areia lá fora parecia quase rosa com a luz do fim da tarde. Kareem apontava detalhes: “Vê como o vento desenha linhas?” Paramos para fotos exatamente quando o sol sumiu atrás das dunas — não sei se alguma foto faz justiça àquela cor.
Chegamos ao acampamento justo quando alguém começou a servir gahwa — o café árabe — em xícaras pequenas. O cheiro quente de cardamomo e algo doce fritando no ar (mais tarde descobri que era luqaymat). Tentei agradecer em árabe e ganhei um sorriso enorme de uma mulher que fazia henna ali perto. Ela me ofereceu um desenho delicado na mão — rápido e discreto, nada exagerado. O passeio de camelo foi mais curto do que imaginei, mas tudo bem; camelos são mais altos do que parecem de longe! Um dos tratadores riu quando quase escorreguei ao descer. Também tinha um falcão quietinho para fotos; não tentei, mas vi gente fazendo, parecia bem imponente posando.
O jantar começou logo depois do pôr do sol: cheiro de churrasco defumado misturado com temperos do buffet. Me servi de frango grelhado e um tipo de ensopado de lentilha (tinha opção vegetariana também), e encontrei um lugar perto do palco onde a música começou. O dançarino de tanura girava tão rápido que a saia virou um borrão colorido — em um momento ele cruzou comigo e piscou. Depois veio o show de fogo que fez todo mundo prender a respiração; dava para sentir o calor mesmo a uns três metros. Em algum momento, entre uma garfada e palmas, percebi como o barulho da cidade parecia distante. É engraçado o que fica na memória — como comer sobremesa sob as estrelas ou tentar desenhar na areia com o tênis enquanto esperava o transporte de volta para Dubai.

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