Você vai se perder pelas vielas históricas do Al Fahidi Village, sentir os aromas dos mercados de Deira, atravessar o Dubai Creek de abra e subir até o topo do Burj Khalifa (se escolher essa opção). Espere surpresas e contrastes do jeitinho Dubai, com momentos que podem ficar na memória por muito tempo.
Nosso motorista se perdeu por um instante na Sheikh Zayed Road — acho que até os locais se confundem com tantos prédios novos brilhando por toda parte. Ele riu e abriu a janela para a gente sentir o burburinho da cidade pela manhã. O ar trazia um leve cheiro de cardamomo misturado com fumaça de carro, que de alguma forma combinava. A guia Aisha apontou o Bairro Histórico Al Fahidi quando finalmente chegamos — aquelas casas de pedra pareciam até deslocadas perto de tanto vidro e aço, mas ela disse que esse é o jeito Dubai de ser. Caminhamos por vielas estreitas onde a luz do sol batia em pedaços nas paredes cor de areia. Tentei dizer “shukran” para um senhor vendendo tâmaras e ele sorriu, corrigindo meu sotaque com gentileza.
O verdadeiro choque para os sentidos veio no Spice Souk — não é exagero quando dizem “banquete para os sentidos”. Cravos, limões secos, pétalas de rosa... meu nariz trabalhou demais. Aisha comprou açafrão para a mãe dela e nos deu um pouco para sentir o cheiro (fiquei com vergonha de provar). Depois pegamos uma daquelas pequenas abras de madeira para atravessar o Dubai Creek — confesso que achei que íamos nos molhar, mas foi tranquilo, só uma brisa leve mexendo na minha camisa. Do outro lado: Gold Souk. Nunca vi tanta joia junta; tem um anel de ouro de 64 kg que parece coisa de desenho animado, daqueles de gigante.
Não esperava me encantar tanto só de fora com o Museu do Futuro — a forma é louca, parece coisa de ficção científica (Aisha contou que levou anos para fazer todos aqueles painéis de caligrafia). Paramos para fotos no Dubai Frame também; de um lado você vê o Dubai antigo e do outro o moderno, algo até poético, mesmo eu não sendo muito de sentimentalismo. Passamos rapidinho pela Palm Jumeirah (Atlantis é mesmo exagerado, como dizem), e de repente estávamos no Burj Khalifa. A subida no elevador é surreal — os ouvidos estalam, todo mundo em silêncio, só uma criança perguntando o tempo todo qual a altura que estávamos.
A vista do At The Top é impossível de descrever direito; tudo lá embaixo parece miniatura e dá para quase enxergar onde o deserto encontra a cidade, se você apertar os olhos além da névoa. Fiquei apoiado no vidro mais tempo do que devia. Depois tivemos tempo no Dubai Mall (o Aquário dá para ver de fora, mas os ingressos não estavam incluídos), tomamos um café perto das fontes antes de voltar. Foi muita coisa para meio dia, mas não pareceu corrido — talvez porque a Aisha deixou a gente ficar o tempo que quis em cada lugar.
Sim, transporte privativo com busca e retorno em qualquer lugar de Dubai — hotel, aeroporto ou porto.
A entrada para Burj Khalifa At The Top está inclusa somente se você escolher essa opção no momento da reserva.
O passeio cobre os principais pontos em cerca de meio dia — o tempo pode variar conforme paradas e trânsito.
Não inclui refeições, mas há oportunidades para comprar lanches ou café durante o tempo livre nos souks ou no Dubai Mall.
Sim, o transporte e a maioria dos locais visitados são acessíveis para cadeirantes.
Sim — o roteiro inclui bairros históricos como Al Fahidi e pontos modernos como Burj Khalifa e Palm Jumeirah.
Sim — bebês podem ir em carrinhos durante o passeio.
A entrada só está inclusa se você escolher essa opção na reserva; caso contrário, não faz parte do roteiro padrão.
Seu dia inclui transporte privativo com ar-condicionado de qualquer lugar em Dubai, guia exclusivo para passeios a pé pelo Al Fahidi Village e mercados animados, passeio de abra pelo Dubai Creek, paradas para fotos no Museu do Futuro e Dubai Frame, tempo para explorar Palm Jumeirah de carro — e, se selecionado, ingresso para o Burj Khalifa At The Top antes de voltar com conforto ao ponto de partida.
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