Você vai cavalgar camelos na costa de Dahab, fazer snorkel entre corais selvagens no Blue Hole, almoçar uma comida defumada numa tenda à beira-mar e explorar as pedras coloridas do Colored Canyon — tudo com guias locais que conhecem cada atalho e história. Não é só turismo, é sentir o Sinai na pele.
“Quer tentar andar de camelo?” nosso guia sorriu, já estendendo as rédeas. Mal tinha saído da van em Dahab e lá estava eu, cambaleando pela costa do Mar Vermelho, com o cheiro de sal no ar e o coração acelerado. A luz aqui é diferente — forte, mas com um tom dourado — e por um instante esqueci de tudo, só sentindo aquele balanço lento sobre a água turquesa. Minha amiga tentou tirar uma foto, mas pegou mais meu riso (e minha mão agarrada com força). Saímos cedo de Sharm El Sheikh — ainda bocejando — e parecia que tínhamos aterrissado em outro planeta.
A estrada até o Blue Hole foi cheia de solavancos, com as janelas abertas para sentir a brisa seca do deserto. Nosso guia, Ahmed, apontava cabras que pulavam entre as pedras — disse que o leite delas faz o melhor chá, mas não cheguei a provar. No Blue Hole, fiquei um momento parada, sentindo o cheiro de protetor solar e algas, nervosa para o snorkel (não sou exatamente uma Jacques Cousteau). Mas assim que mergulhei — uau. O coral parecia tinta espalhada por toda parte. Peixes nadavam entre meus tornozelos; perdi a noção do tempo até Ahmed nos chamar para o almoço.
O almoço foi numa tenda beduína bem na areia — frango grelhado, berinjela defumada, pão ainda quente saindo do fogo. Também teve chá doce, servido de uma altura que parecia mágica. Comemos com as mãos e ninguém se importou se caía arroz ou se a camisa sujava (o que aconteceu comigo). Depois, subimos num jeep velho para o Colored Canyon. As paredes do cânion se torciam acima da gente — listras vermelhas e douradas — e em certo momento o guia pediu silêncio total: só o som do vento raspando nas pedras. Foi um momento que me fez sentir pequena, mas estranhamente em paz.
Paramos em Dahab antes de voltar para Sharm El Sheikh — tempo justo para passear pelas lojinhas de óleos e ervas (o cheiro de jasmim estava por toda parte) e pechinchar meio desajeitadamente por lembrancinhas. Meu árabe é péssimo, mas todo mundo sorria mesmo assim. No caminho de volta, fiquei revivendo aquele instante no cânion, quando tudo ficou silencioso — ainda penso nisso quando a vida lá em casa fica barulhenta demais.
O passeio dura o dia todo, com saída cedo de Sharm El Sheikh e retorno à noite após visitar todos os pontos.
Sim, o almoço está incluído — uma refeição de churrasco servida numa tenda beduína à beira-mar perto de Dahab.
Não precisa ter experiência; os guias acompanham e todo equipamento é fornecido para o snorkel no Blue Hole.
O passeio inclui cavalgada de camelo pela costa de Dahab, safari de jeep pelo Colored Canyon, parada para compras em Dahab e passeio opcional de quadriciclo, se escolhido.
Se você escolher essa opção na reserva, as taxas de entrada para o Blue Hole estão incluídas; caso contrário, não.
Sim, o transporte em veículo com ar-condicionado do seu hotel em Sharm El Sheikh está incluso.
Bebês podem participar, mas devem ficar no colo de um adulto durante o transporte; não é recomendado para gestantes.
A caminhada pelo Colored Canyon é guiada e tem cerca de 800 metros em terreno irregular; é recomendada uma condição física moderada.
Seu dia inclui transporte com ar-condicionado para buscar no hotel em Sharm El Sheikh, todos os transfers entre os locais de jeep ou van, cavalgada de camelo pela costa de Dahab, snorkel no Blue Hole (com entrada incluída se selecionada), almoço de churrasco servido em tenda beduína à beira-mar, água engarrafada durante o passeio, caminhada guiada pelo Colored Canyon (Salama Canyon) e tempo para comprar óleos ou produtos naturais antes do retorno à noite.
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