Você vai seguir os passos antigos pelo Vale dos Reis e entre as colunas imponentes de Karnak com um egiptólogo local. Momentos de silêncio nas tumbas reais, risadas no almoço e tempo livre para explorar as margens do Nilo no seu ritmo. Transporte do hotel incluso — e talvez você fique pensando naquelas pinturas muito depois de voltar.
O passeio dura cerca de 7 horas, do pickup até o retorno.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel em Luxor está incluso.
Você visita o Vale dos Reis (com várias tumbas), o Templo de Hatshepsut, os Colossos de Mêmnon, o Complexo do Templo de Karnak e o Templo de Luxor.
Não, as entradas são pagas separadamente em cada local.
Sim, o almoço está incluso no tour.
Um egiptólogo licenciado guia você durante todo o dia.
A visita à tumba de Tutancâmon é opcional e tem taxa de entrada à parte.
Você se desloca entre os locais em veículo com ar-condicionado.
Sim, há tempo para explorar cada lugar após as explicações do guia.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel em Luxor, veículo com ar-condicionado para os deslocamentos entre as margens do Nilo, um egiptólogo licenciado contando muitas histórias, além do almoço durante o passeio — as entradas não estão incluídas, então leve dinheiro para esses pagamentos.
Com as mãos tocando o calcário, segui nosso guia — Ahmed — pelo Vale dos Reis antes mesmo de perceber o quão cedo era. Ele apontou para estrelas azuis quase apagadas no teto acima do túmulo de Ramsés IV. O ar lá embaixo estava fresco, com um toque de poeira doce, e quando Ahmed sussurrou sobre Nut engolindo o sol toda noite, fiquei ali parado, meio ouvindo, meio sonhando. Meus sapatos rangiam no piso liso. Teve um momento em que o grupo atrás de nós ficou em silêncio também — todos respirando juntos a antiguidade.
Começamos no hotel em Luxor (a van chegou no horário certinho, o que me surpreendeu). A viagem até a margem oeste parecia atravessar para outro mundo — os campos deram lugar à areia e, de repente, os imensos Colossos de Mêmnon surgiram à frente. Ahmed riu quando tentei falar “Deir el-Bahari”, no templo da rainha Hatshepsut (definitivamente errei a pronúncia), mas me mostrou onde ainda dava pra ver restos de tinta nas colunas, se você olhasse com atenção na luz certa. O almoço foi um alívio depois daquele calor — frango grelhado simples com arroz, comi com as mãos porque, sinceramente, por que não?
Não esperava que o Templo de Karnak fosse tão gigantesco. As colunas realmente fazem você esticar o pescoço até cansar. Passamos pelo Salão Hipostilo enquanto Ahmed explicava como cada faraó deixava sua marca — às vezes literalmente esculpindo por cima do nome de outro. Um cheiro doce de incenso queimando em algum lugar misturava-se com a poeira e a pedra aquecida pelo sol. No Templo de Luxor, mais tarde, crianças jogavam futebol na entrada; uma delas chutou a bola pra gente e sorriu quando eu devolvi.
O passeio privativo por Luxor não pareceu uma simples lista de pontos turísticos, mas sim uma viagem por histórias — com alguém que realmente se importa com elas. As sete horas passaram voando. Ainda penso naquele teto azul no túmulo de Ramsés, sabe?

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