Você vai embarcar num catamarã em Playa Flamingo para uma tarde navegando pela costa da Costa Rica — com transporte do hotel incluso. Faça snorkel ou caiaque numa enseada tranquila, petisque frutas frescas com bebidas à vontade e, se tiver sorte, aviste golfinhos ou tartarugas. O passeio termina com um pôr do sol inesquecível sobre o Pacífico — daqueles momentos que a gente quer guardar pra sempre.
O passeio começa às 14h e termina por volta das 18h.
Sim, o transporte gratuito é oferecido para hotéis em Tamarindo, Langosta, Flamingo, Conchal, Brasilito e Playa Grande.
Sim, o equipamento de snorkel está incluído e há uma atividade guiada numa enseada durante o passeio.
Sim, cerveja, vinho, refrigerantes e petiscos são ilimitados e já estão no preço.
Crianças são bem-vindas, mas precisam estar acompanhadas por um adulto.
Você pode usar caiaques ou stand-up paddle disponíveis a bordo, ou nadar até uma praia de areia branca.
Sim, opções vegetarianas estão disponíveis se solicitadas no momento da reserva.
É possível avistar golfinhos, baleias ou tartarugas, dependendo da sorte e da época, mas não há garantia.
Sua tarde inclui transporte ida e volta do hotel em áreas próximas como Tamarindo ou Conchal; todas as bebidas (cerveja, vinho, refrigerantes), vários petiscos incluindo frutas frescas; uso do equipamento de snorkel, caiaques e stand-up paddle; acompanhamento da equipe local; e retorno ao hotel após o pôr do sol.
“Se tiver sorte, as tartarugas aparecem antes dos golfinhos,” sorriu nosso capitão enquanto pisávamos descalços no catamarã em Playa Flamingo. Nunca tinha estado num barco tão grande — minhas sandálias pareciam fora do lugar até que as guardei. Logo senti aquela brisa salgada, suave e quente, e alguém atrás de mim já ria porque entrou protetor solar nos olhos. A equipe — quase toda local — se movia com a naturalidade de quem faz isso há anos. Saímos da praia por volta das duas, e, sinceramente, não imaginei que a terra desapareceria tão rápido atrás da gente.
A navegação em si foi quase meditativa. Dá pra ouvir a água batendo no casco e, de vez em quando, alguém grita ao avistar algo nas ondas (achamos que era uma barbatana de golfinho — mas ninguém concordou). Nossa guia, Mariela, distribuiu os snorkels quando chegamos numa enseada de areia branca que parecia até irreal. Ela falou sobre peixes-papagaio e pepinos-do-mar; tentei lembrar os nomes em espanhol, mas desisti depois de dois. Debaixo d’água, o cheiro era de conchas antigas e o gosto, salgado pela máscara — esbarrei na nadadeira de alguém e rimos juntos ao subir. Caiaques flutuavam por perto; um cara só boiava de costas olhando as nuvens.
Enquanto secávamos, serviram petiscos — abacaxi tão doce que até doeu o dente, e cerveja gelada (supostamente à vontade, mas eu fiquei só em duas). O sol começou a cair rápido depois disso. O clima estava mais tranquilo do que eu esperava — só música baixinha de um celular e a equipe conversando em espanhol baixo. O céu virou laranja, depois rosa, e logo um tom meio roxo-azulado tudo junto. Difícil descrever sem parecer piegas, mas sim... até hoje lembro daquela vista.
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