Você vai zarpar de Playa Flamingo com um grupo pequeno, fazer snorkel com guia em águas calmas do Pacífico, curtir espetinhos de peixe grelhado e drinks à vontade no barco, e assistir ao pôr do sol iluminando a costa da Costa Rica no retorno — com o sal na pele e aquela sensação boa que fica.
O passeio sai todos os dias às 14h de Playa Flamingo.
Sim, todo o equipamento de snorkel é fornecido durante o passeio.
Inclui uma refeição grelhada (espetinhos de peixe, salada de macarrão, legumes) e drinks ilimitados.
O passeio completo dura cerca de 4 horas, da saída ao retorno.
Você pode avistar golfinhos ou tartarugas, mas não há garantia, pois é mar aberto.
Sim, crianças e até bebês em carrinhos são bem-vindos a bordo.
O barco parte de Playa Flamingo, na região de Guanacaste, Costa Rica.
Sua tarde inclui transporte em Playa Flamingo, todo o equipamento de snorkel fornecido por guias atenciosos, uso do tobogã e tapete flutuante numa baía tranquila, almoço tardio com espetinhos de peixe fresquinho, salada de macarrão e frutas por volta das 16h30, drinks tropicais ilimitados no bar aberto durante o passeio — e o retorno logo após o pôr do sol, com areia ainda nos pés.
Quase perdi a hora do embarque porque perdi a noção do tempo (clássico eu), mas a equipe em Playa Flamingo só sorriu e me acenou para subir como se fosse normal. O barco parecia maior do que eu imaginava, com música suave tocando e todo mundo se ajeitando, procurando seu lugar. Nossa guia, Mariela, me entregou a máscara de snorkel e disse para não me preocupar se eu nunca tinha feito isso antes — ela também ia entrar na água. Gostei que ela não fez parecer nada complicado.
A viagem até o ponto levou uns 45 minutos? Difícil dizer — fiquei distraído com a brisa e o sol fazendo tudo brilhar. Alguém apontou golfinhos ao lado (só consegui ver as barbatanas), e aquele cheiro de mar ficou grudado na pele. Quando ancoramos numa baía calma, Mariela nos guiou para a água. Acabei engolindo água do mar umas vezes, mas consegui ver uma tartaruga deslizando lá embaixo. Os peixes eram coloridos, mas nada exagerado — só flashes de amarelo e azul se você prestasse atenção.
De volta ao barco, acenderam a grelha para o almoço — principalmente espetinhos de peixe, além de salada de macarrão e frutas que pareciam mais geladas do que deveriam (no melhor sentido). O bar aberto era generoso. O ponche de rum desapareceu rápido enquanto a galera trocava histórias de quem pulou do segundo andar ou encarou o tobogã (eu fiquei com medo). Teve um momento, enquanto voltávamos, que todo mundo ficou em silêncio vendo a costa dourada pelo sol. Esse silêncio foi mais real do que qualquer foto que tirei. Ainda lembro disso de vez em quando.
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