Você vai subir de teleférico pela floresta tropical de Jacó, avistar animais com um guia local e depois descer por dez tirolesas sobre as copas com vista para o mar e ventos refrescantes. No final, relaxe entre borboletas e aprenda sobre plantas medicinais antes de voltar — uma mistura perfeita de aventura e tranquilidade.
Eu não fazia ideia do que esperar de um passeio “tranopy” em Jacó — só o nome já me fez rir quando o nosso guia, Andrés, explicou que era teleférico mais tirolesa na copa das árvores. Confesso que estava mais nervoso do que deixava transparecer. Mas quando entrei naquela gôndola aberta, o mundo pareceu desacelerar por um instante. Dá para ouvir os cantos distantes dos pássaros e o leve estalo do cabo lá em cima, enquanto a floresta abaixo parecia tão densa que parecia intocada. O Pacífico aparecia como um borrão azul além das árvores. Andrés apontou um bicho-preguiça (quase não vi — eles são tipo sombras peludas), e contou que a avó dele usava algumas dessas plantas para dor de estômago. Tentei repetir um nome em espanhol e ele sorriu — “não foi mal!” ele disse, meio que mentindo.
A adrenalina mesmo veio depois. Tem um momento na primeira plataforma em que você está preso, parado lá em cima naquele verde todo emaranhado, e sente o coração disparar no peito. Os guias são super de boa — um deles até fez uma dancinha antes de me liberar, o que me ajudou a parar de pensar demais. A tirolesa? Suave demais. Você não precisa segurar em nada; é só se jogar pra trás e deixar o vento salgadinho bater no rosto enquanto voa sobre as copas. Minhas mãos tremiam, mas eu não parava de rir na terceira ou quarta tirolesa. Em algum momento senti um cheiro doce no ar (talvez aquelas flores brancas perto da sétima plataforma?), mas tudo virou uma mistura na memória.
Depois de voar feito macaco, passeamos por um jardim de borboletas onde tudo ficou estranhamente silencioso — só as asas batendo nos raios de sol e um cheiro suave de fruta madura. Também tinha um caminho com plantas medicinais; Andrés mostrou quais servem para picadas de inseto (deveria ter prestado mais atenção). Nem era meio-dia ainda, mas eu já sentia que tinha vivido algo grande. Ainda penso naquele primeiro salto da plataforma — é estranho como o medo vira diversão tão rápido.
A experiência completa leva cerca de 2h30 do começo ao fim.
A idade mínima é 8 anos (dependendo da altura/peso), altura mínima 115 cm, peso máximo 136 kg.
Sim, sapatos fechados são obrigatórios para garantir segurança no teleférico e na tirolesa.
O passeio inclui acesso ao jardim de borboletas e ao jardim de plantas medicinais dentro da reserva privada.
Não há traslado do hotel, mas há opções de transporte público próximas.
Bebês devem ficar no colo de um adulto durante o teleférico, mas não podem usar a tirolesa por restrições de idade e tamanho.
Não é recomendado para quem tem lesões na coluna, problemas cardíacos ou gestantes.
Os guias geralmente falam inglês e espanhol, explicando a natureza local e as instruções de segurança durante o passeio.
Seu dia inclui entrada em uma reserva natural privada perto de Jacó, passeio de teleférico aberto subindo pelas encostas da floresta, dez tirolesas em quinze plataformas com duplo cinto para conforto, além de tempo para explorar jardins de borboletas e plantas medicinais com seu guia local antes de voltar renovado (e talvez ainda cheio de energia).
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