Você vai caminhar pela Grande Muralha de Pequim com um grupo pequeno (sem paradas para compras), provar o verdadeiro pato à Pequim, moldar guerreiros de barro em Xi’an, pedalar pelas muralhas antigas, comer comida de rua no Bairro Muçulmano, passear pelas pontes zig-zag do Jardim Yu e ver Xangai se iluminar do barco no rio. É um roteiro intenso, mas cheio de risadas, momentos inesperados e conversas de verdade.
O que mais lembro é da nossa guia, Li, acenando com uma bandeirinha vermelha no aeroporto de Pequim — eu ainda meio sonolento do voo, mas ela conseguiu me fazer rir na hora. Depois disso, as surpresas não pararam. A Praça Tiananmen parecia maior que qualquer praça que eu já tinha visto (a multidão era uma mistura de locais e turistas, todos tirando fotos ou simplesmente observando em silêncio). As paredes vermelhas da Cidade Proibida pareciam quase mágicas com a luz da manhã. No almoço, pato à Pequim — pele crocante, molho adocicado, e claro, acabei derrubando uma panqueca no colo. Li fingiu que não viu.
Não esperava me sentir tão pequeno na Grande Muralha de Mutianyu. As pedras sob minhas mãos eram frias e ásperas; o vento soprava forte das colinas e alguém distribuiu copinhos de plástico com vinho tinto para um brinde — o sabor era marcante, mas o que ficou mesmo foi aquele momento. Depois, passeamos pelos hutongs de Pequim em riquixás e paramos na casa do Sr. Zhang; a esposa dele nos ensinou a fazer bolinhos chineses e os meus ficaram parecendo pequenas bolsas tristes. Ela riu mesmo assim.
Xi’an foi um contraste constante: ficar diante de milhares de Guerreiros de Terracota silenciosos (o ar do museu tinha um leve cheiro de barro), depois sentar na cozinha de uma família para fazer meu próprio mini guerreiro com as mãos grudadas e muita ajuda do neto deles. Pedalar no alto da muralha antiga de Xi’an foi surreal — dá para ver a vida moderna lá embaixo, mas lá em cima só o silêncio e a sua respiração. O almoço no Bairro Muçulmano foi animado e barulhento; espetinhos de cordeiro com cominho chiavam nas grelhas enquanto os vendedores anunciavam os preços em mandarim rápido.
Xangai foi diferente — tanto vidro e aço ao lado de vielas de pedra antigas. O Jardim Yu tinha aqueles telhados curvos que me faziam parar a cada passo só para admirar (e desviar dos bastões de selfie). À noite, fizemos um cruzeiro pelo Rio Huangpu: as luzes de neon se refletiam na água e dava para ver os prédios coloniais no Bund e os arranha-céus brilhando atrás. Nossa guia Mei contou histórias da velha Xangai enquanto navegávamos — a voz dela às vezes se perdia no vento, mas já não importava.
O grupo tem no máximo 18 viajantes.
Sim, o transfer do aeroporto está incluído na chegada em Pequim.
Não, este tour não inclui paradas para compras nem visitas a fábricas.
Sim, no segundo dia tem um almoço de boas-vindas com pato à Pequim; outras refeições seguem o roteiro.
O tour passa por Pequim, Xi'an e Xangai.
Sim, as passagens em classe econômica de Pequim para Xi'an e de Xi'an para Xangai estão inclusas.
Sim, há opções vegetarianas se solicitadas no momento da reserva.
O passeio de bicicleta é opcional; o aluguel da bike não está incluído.
Seu roteiro inclui transfer do aeroporto em Pequim, todas as entradas para atrações como a Cidade Proibida e o Museu dos Guerreiros de Terracota, viagens de trem-bala e voos internos, hospedagem confortável com café da manhã diário, água mineral todos os dias, além de almoços com pato à Pequim e pratos locais — sempre acompanhados por guias simpáticos que falam inglês e cuidam de tudo para você só chegar e aproveitar (e quem sabe aprender a fazer bolinhos também).
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