Você vai sentir o cheiro dos pinheiros de Burabay logo ao sair do seu hotel em Astana. Suba o pico Bolektau para vistas incríveis, almoce numa varanda escondida na floresta e depois escolha entre um passeio de barco pelo lago Burabay ou uma cavalgada sob as árvores sussurrantes. Cada momento vem com histórias locais — e aquele cheiro fresco da floresta vai ficar com você muito depois de ir embora.
Burabay fica a cerca de 250 km ao norte de Astana; a viagem de carro dura em torno de 2,5 a 3 horas.
Não precisa de equipamento especial nem experiência—é uma caminhada tranquila, acessível para a maioria das pessoas.
O almoço inclui pratos tradicionais cazaques como plov e baursak; há opções vegetarianas disponíveis.
Sim—você pode optar pelo passeio de barco no lago Burabay ou por uma cavalgada guiada pela floresta.
Sim, o transporte privado com retirada no local escolhido em Astana está incluso.
Sim—as atividades são seguras para todas as idades; bebês devem ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Sim—os tratadores locais de águias oferecem oportunidades para fotos durante a visita ao Prado Abylay-Khan.
Sim, o veículo privado oferece WiFi durante todo o trajeto.
Seu dia inclui transporte privado de ida e volta saindo de Astana, veículo confortável com ar-condicionado, WiFi e água mineral, além de lanchinhos para quem ficar com fome antes do almoço. Você vai saborear uma refeição tradicional cazaque completa (com opção vegetariana), e depois escolher entre um passeio de barco até a pedra Zhumbaktas ou uma cavalgada tranquila pela floresta, voltando para casa relaxado — e provavelmente com um cheirinho de pinho nas roupas.
Já estávamos saindo de Astana antes mesmo de eu terminar meu café—o motorista sorriu ao me ver atrapalhada com a xícara. A estrada para Burabay é longa, mas é só estepe aberta e céu, e eu não conseguia parar de olhar pela janela. Nossa guia, Zhanar, apontava vilarejos pelo caminho, contando histórias dos verões da infância dela ali. Quando chegamos ao parque, o ar já estava diferente—mais fresco e com aquele cheiro marcante de pinho. Começamos a subir o pico Bolektau (não se preocupe, é mais uma caminhada tranquila do que uma escalada) e no meio do caminho percebi que tinha parado de falar só para ouvir o vento nas árvores. No topo, a vista é enorme, um mar de lagos e floresta que parece não ter fim. Alguém perto estava comendo sementes de girassol e rindo; o cheiro ali era de terra e resina.
O almoço foi numa varanda de madeira escondida entre os pinheiros—um pouco rangente, mas perfeita. Serviram plov e chá quente em xícaras meio lascadas, que tinham um gosto melhor que qualquer prato chique que já comi. Zhanar explicou cada prato (tentei falar “baursak” direito; ela riu e disse que eu estava quase lá). Depois, caminhamos pelo Prado Abylay-Khan, onde alguns locais tinham uma águia empoleirada numa luva—meu amigo tirou foto, mas eu desisti no último segundo. Ali existe um respeito silencioso pela história; as pessoas tocam um monumento de pedra quase sem perceber ao passar.
Você pode escolher entre um passeio de barco pelo lago Burabay ou uma cavalgada pela floresta—fui de barco porque, sinceramente, não sou muito boa com cavalos. Deslizar até a pedra Zhumbaktas foi surreal; a água batendo no casco, tudo refletido em ondas azul-esverdeadas. O guia contou uma lenda sobre a pedra (peguei só metade), mas eu só fiquei admirando a luz dançando na água. Se escolher a cavalgada, são cerca de 30 minutos com um instrutor local—todo mundo que tentou voltou sorrindo e cheio de agulhas de pinheiro.

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