Você vai explorar cinco habitats diferentes no Wildlife Habitat Port Douglas, alimentar cangurus na mão e ver de perto aves raras como os casuares. Com palestras gratuitas e ingresso com reentrada por cinco dias, dá para aproveitar com calma ou voltar para curtir momentos mais tranquilos com os animais nativos da Austrália.
Seu ingresso permite reentrada por cinco dias, para visitar quantas vezes quiser nesse período.
Sim, todas as áreas e superfícies do parque são acessíveis para cadeiras de rodas.
Sim, há palestras e apresentações gratuitas sobre a vida selvagem todos os dias durante a visita.
Sim, bebês podem ir em carrinhos de bebê; também há assentos especiais para eles, se necessário.
Você vai encontrar cangurus, wallabies, emus, casuares, crocodilos (na CrocArena), cangurus arborícolas, aves, tartarugas e outras espécies nativas.
Sim, há opções de transporte público próximas ao Wildlife Habitat Port Douglas.
A última entrada permitida é às 15h30 todos os dias.
Seu ingresso inclui reentrada por cinco dias em todos os cinco habitats imersivos, além de palestras diárias gratuitas sobre a vida selvagem. Todos os caminhos são acessíveis para cadeirantes e adequados para carrinhos de bebê; assentos especiais para bebês estão disponíveis se precisar.
A primeira coisa que percebi no Wildlife Habitat Port Douglas foi a mudança no ar — úmido e denso perto da trilha na Floresta Tropical, e de repente aberto e aquecido pelo sol ao entrarmos na Savana. Mal começamos quando um wallaby pulou bem perto da gente, mexendo o nariz. Nossa guia, Sarah (que cresceu perto de Mossman), nos deu um pouco de comida e sorriu: “Fiquem tranquilos, eles sabem que vocês são novatos.” Tentei não rir quando um deles mordeu meu cadarço em vez da comida. O lugar não é barulhento, mas tem um som constante de pássaros — agudo, estranho, nada parecido com o que estou acostumado em casa.
Não esperava chegar tão perto de um emu — as penas deles são mais ásperas do que parecem, aliás — ou ficar a poucos metros de um casuar-do-sul. A Sarah nos contou como eles estão cada vez mais raros; ela apontou o azul no pescoço do bicho, brilhando entre as árvores. Na área dos Pântanos, caminhamos por passarelas de madeira enquanto cegonhas vasculhavam a água rasa. O cheiro era uma mistura leve de barro com algo doce que não consegui identificar. Crianças riam ao ver tartarugas tomando sol em troncos. Tem também a nova CrocArena — assisti alguém nadar com um crocodilo de água salgada atrás do vidro (eu não, obrigado). A tensão naquele lugar era real; dava para sentir no peito.
Acabamos ficando mais tempo do que planejado porque cada habitat tinha uma vibe diferente — até a Casa Noturna era estranhamente tranquila, com luzes suaves e animais sonolentos piscando para a gente de seus cantos. Durante o dia rolam palestras gratuitas sobre a vida selvagem; pegamos uma sobre cangurus arborícolas e aprendemos mais em dez minutos do que eu esperava. O ingresso inclui reentrada por cinco dias, o que faz todo sentido se quiser voltar para momentos mais calmos ou ver como o lugar muda com o clima. Às vezes é difícil se despedir de lugares assim — ainda penso naquele olhar do casuar às vezes.

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