Você vai caminhar por passarelas antigas sob samambaias gigantes, ver crocodilos no cruzeiro pelo rio Daintree com seu guia, aproveitar o chá da manhã e um almoço feito na hora perto do Cooper Creek, nadar ou explorar a praia selvagem de Cape Tribulation e provar sorvete local. É daquelas experiências que ficam na memória muito tempo depois.
O passeio é o dia todo, com pickup pela manhã nos hotéis de Port Douglas e retorno no fim da tarde ou início da noite.
Sim, o almoço feito na hora no restaurante On The Turps, perto do Cooper Creek, está incluído.
Sim, há tempo para nadar com segurança no Cooper Creek depois do almoço — segundo os guias, não tem crocodilos lá.
Sim, o traslado de ida e volta está incluído para hotéis em Port Douglas.
Você pode avistar crocodilos de água salgada, cobras e várias espécies de pássaros durante o cruzeiro.
As passarelas em Mossman Gorge e no Parque Nacional Daintree são trilhas fáceis de 500 a 650 metros, acessíveis para a maioria das pessoas.
Você vai tomar chá da manhã com damper no centro de visitantes de Mossman Gorge e depois provar sorvete feito com frutas tropicais locais.
Seu dia inclui traslado do hotel em Port Douglas, todas as entradas para parques e atrações, chá da manhã tradicional com damper e chá ou café da Daintree, almoço feito na hora no restaurante On The Turps ao lado do Cooper Creek (com opções vegetarianas), trilhas guiadas pelas passarelas de Mossman Gorge e da floresta Daintree, cruzeiro para ver crocodilos e pássaros no rio, tempo para nadar com segurança no Cooper Creek, paradas na praia de Cape Tribulation e no mirante Alexandra antes do retorno à noite.
Não esperava que o ar em Mossman Gorge fosse tão denso e verde — parecia ter um peso próprio. Nosso guia, Mick, sabia o canto de cada pássaro e o nome de cada planta (eu já esqueci a maioria, mas ele nem ligou). Teve um momento na passarela quando o sol apareceu e iluminou tudo por um instante. Paramos para o chá da manhã no centro de visitantes — damper com mel e chá da Daintree. Nunca tinha provado damper antes; é meio quebradiço, mas bem aconchegante. O mel grudou nos meus dedos.
A viagem pela Captain Cook Highway passa por plantações de cana-de-açúcar que parecem não ter fim. Fiquei pensando na idade desse lugar — Mick falou algo sobre “a floresta tropical mais antiga do mundo” e parecia mesmo verdade. O cruzeiro pelo rio Daintree foi mais tranquilo do que eu imaginava, só o som dos pássaros e o piloto do barco sussurrando quando via um crocodilo tomando sol na margem. A água parecia turva, mas de algum jeito convidativa? Talvez não para nadar.
O almoço no On The Turps foi ao ar livre, bem no meio das árvores que balançavam com o vento. Meu peixe veio quente e desfiado; alguém pediu carne de canguru (não provei — fica para a próxima). Depois de comer, fomos nadar no Cooper Creek — aparentemente sem crocodilos por lá! A água estava tão fria que me fez dar um susto. Ainda lembro dessa sensação quando estou preso no calor da cidade.
Cape Tribulation era um emaranhado de cipós e uma praia silenciosa. Mick contou histórias de exploradores que se perderam por aqui; dá para entender se você olhar além dos coqueiros. Na volta, paramos para tomar sorvete feito com frutas locais estranhas (wattleseed? graviola?). Peguei um roxo sem querer — parecia um sorvete de limão com banana. Terminamos no mirante Alexandra com uma vista enevoada que se estendia até Cairns. Confesso que não queria ir embora ainda.
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