Você vai viver as noites selvagens da Ilha Kangaroo com um guia local e um grupo pequeno. Veja wallabies pulando nas sombras do crepúsculo, cangurus pastando sob as estrelas e, se a sorte ajudar, pinguins ou um equidna. Cada momento é íntimo — silencioso, surpreendente e cheio de conexão.
O passeio noturno dura cerca de 2,5 horas.
Sim, o transporte privado é feito em veículos 4WD.
Você pode avistar wallabies Tammar, gambás, cangurus Western Grey, coalas, corujas Boobook, curlews, pinguins pequenos e possivelmente equidnas.
Sim, crianças são bem-vindas acompanhadas por um adulto; tarifas infantis valem quando acompanhadas por dois adultos pagantes.
Sim, o passeio é acessível para cadeirantes.
Os grupos são pequenos — geralmente entre 4 e 8 pessoas por tour.
Sim, o tour funciona em todas as condições climáticas; recomendamos roupas adequadas.
Não é necessário equipamento especial; apenas vista-se para o clima e leve seus itens pessoais.
Seu passeio inclui transporte privado em 4WD pelas trilhas da Ilha Kangaroo, com pickup local. Um guia experiente acompanha seu grupo pequeno do crepúsculo até a noite, buscando a vida nativa com calma — sem pressa ou correria — e cadeirinhas para bebês estão disponíveis, se precisar.
Saímos pelas estradas de terra da Ilha Kangaroo justo quando a luz do dia começava a desaparecer — confesso que não esperava sentir aquele cheiro tão marcante de eucalipto e terra molhada. Nosso grupo era pequeno, só seis pessoas mais o Pete, o guia que cresceu ali e parecia conhecer cada som no mato. Ele desligou os faróis por um instante e ficamos em silêncio; dava para ouvir um coro estranho — grilos, algum som distante de coruja, o vento mexendo as folhas. Era como se estivéssemos invadindo um mundo secreto.
O Pete apontou formas se mexendo nas sombras — primeiro um wallaby Tammar, com as orelhas se mexendo, depois um canguru Western Grey comendo sob a luz das estrelas. Ele pediu para não apontarmos as lanternas direto neles, e fazia sentido quando vimos como estavam tranquilos, só vivendo o momento. Tentamos achar um coala lá no alto de um eucalipto (quase não vi até o Pete rir e falar: “Procura o bumbum redondo!”). Ainda lembro daquele instante — ali, com um grupo de desconhecidos que virou amigo, pescoços esticados tentando enxergar um rostinho sonolento escondido na pelagem cinza.
Em um momento, paramos perto de uns arbustos baixos esperando ver pinguins pequenos. Sem garantia, avisou o Pete. O som do mar estava perto, mas não dava para ver nada no escuro. Alguém sussurrou que viu algo se mexer e todo mundo ficou preso na respiração — no fim, era nada (ou talvez assustamos os pinguins com nossa empolgação). Mesmo assim, aquele silêncio tinha um toque mágico. No caminho de volta, vimos um equidna farejando o chão; o Pete sorriu como quem ganhou uma aposta. A noite toda pareceu improvisada, mas segura — como se tivéssemos acesso a segredos que poucos conhecem.
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