Você vai do píer ao catamarã de zodiac e navega pela costa de Aruba sentindo o vento do mar no rosto. Mergulhe nos recifes com todo o equipamento incluso, aproveite petiscos entre os mergulhos e beba à vontade enquanto a equipe local conta histórias. Risadas, spray do mar e um clima relaxante que fica com você depois.
O tour dura cerca de 2h30, desde o check-in até o retorno.
Sim, todos os hóspedes têm o equipamento de snorkel incluso.
Sim, open bar ilimitado com whisky, rum, vodka, sucos, refrigerantes e água.
O check-in é feito perto do píer da Palm Beach; a equipe leva você de zodiac até o barco.
Sim, são servidos petiscos a bordo; opções vegetarianas disponíveis se avisar antes.
Não é recomendado para gestantes por questões de segurança.
Sim, há opções de transporte público perto do ponto de embarque.
O catamarã não fica lotado; o grupo é controlado para garantir conforto.
O passeio inclui traslado de zodiac do píer até o catamarã Arusun de 20 metros, uso do equipamento de snorkel para as paradas nos recifes da costa de Aruba, open bar ilimitado com bebidas alcoólicas e não alcoólicas servidas pela equipe durante todo o trajeto, além de petiscos leves (opção vegetariana disponível mediante aviso na reserva).
“Já tentou se equilibrar em um zodiac com uma mochila nas costas?” nosso guia riu enquanto eu cambaleava do píer até o catamarã Arusun. A água batia nas laterais de borracha e eu sentia o cheiro de protetor solar misturado com sal — aquela combinação que só existe perto do mar do Caribe. Assim que subimos a bordo, o Capitão Jeroen (acho que era esse o nome — ele tinha um sorriso fácil) fez um rápido briefing de segurança e passou o comando para o imediato, que já estava servindo as primeiras bebidas. Tem algo mágico em ouvir as velas estalando enquanto alguém te oferece suco de abacaxi com rum que faz a gente esquecer do tempo.
As redes na frente do Arusun são aquelas redes largas e elásticas — você só se joga e sente o mar pulsando por baixo. Fiquei ali um tempo, com os dedos dos pés passando pelas malhas, vendo os pelicanos mergulharem perto da Palm Beach. O sol estava quente, mas não forte demais, talvez porque saímos no meio da manhã. Quando paramos para o snorkel, hesitei (as tiras da máscara sempre embaraçam meu cabelo), mas o guia sorriu e disse “Mergulha, os peixes não ligam.” Ele tinha razão; lá embaixo era só formas prateadas piscando e corais suaves balançando nos meus tornozelos. Nunca esqueço o frio da água no começo — foi um choque que me despertou na hora.
De volta ao barco, apareceram petiscos (cubos de queijo, algo salgado que não consegui identificar). A galera ficava indo e vindo entre o sol e a sombra, alguns conversando com a equipe sobre onde cresceram em Aruba. O open bar rolava solto, mas sem exageros — só vozes baixas e o som das ondas batendo no casco. Voltamos devagar, mais lento do que na saída, ou talvez só parecia assim porque ninguém queria que o passeio acabasse. É engraçado como a gente se adapta rápido a esse ritmo aqui.
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