Você vai sentir a brisa quente de Aruba enquanto navega ao pôr do sol com um bar aberto na mão, música rolando e guias locais mostrando a costa. Mergulhe ou se aventure no balanço de corda, se tiver coragem (ou só assista). Petisque enquanto o céu fica laranja — tem algo especial em compartilhar esse momento com estranhos que fica pra sempre.
O embarque no catamarã é feito por um barco shuttle saindo do Delphi Watersports, em frente à cabana de toalhas do Hyatt Regency na Palm Beach.
Sim, há uma parada para banho onde os convidados podem usar o balanço de corda ou o escorregador aquático, se quiserem.
Sim, o bar aberto com coquetéis está disponível durante todo o passeio de 2 horas.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos e podem ir em carrinhos ou carrinhos de bebê.
O passeio dura cerca de 2 horas navegando pela costa de Aruba.
Use roupas casuais por cima do maiô se quiser nadar; leve também toalhas.
Não, o check-in é feito no Delphi Watersports, na Palm Beach, antes do embarque.
Jhon e Olga são funcionários locais do Delphi Watersports que ajudam no embarque e no check-in dos passageiros.
Sua noite inclui duas horas navegando pela costa de Aruba a bordo de um catamarã de 45 pés, com bar aberto servindo coquetéis, petiscos distribuídos pela equipe simpática, música caribenha para animar o clima, além de uma parada para banho onde você pode se aventurar no balanço de corda ou simplesmente flutuar antes de voltar com o anoitecer.
Logo que subi a bordo do catamarã Dolphin, saindo da Palm Beach em Aruba, ouvi o som dos pés descalços batendo no deck — todo mundo se ajeitando devagar. No ar, aquele cheiro salgado do mar, e alguém (acho que foi a Olga?) me entregou um copo plástico com uma bebida gelada e frutada antes mesmo de eu achar um lugar para sentar. A música já tocava — não alta demais, só o suficiente para ouvir o som da água batendo no casco. Na hora pensei: “É assim que se faz um passeio ao pôr do sol.”
Navegamos devagar pela costa, o sol ainda alto, mas começando a ficar mais suave. O Jhon — que comanda tudo com aquela tranquilidade segura — apontou alguns hotéis e avisou sobre o balanço de corda. Confesso que hesitei no começo (a água parecia mais funda do que era), mas depois de ver umas crianças pulando sem medo, tive que me arriscar. O mar estava mais quente do que eu esperava. Quando você volta à superfície, ouve risadas vindo do barco e sente o cheiro de protetor solar de coco por todo lado.
Os petiscos começaram a circular — nada sofisticado, mas exatamente o que a gente quer depois de um mergulho: batatas chips, talvez uns cubos de queijo? Difícil lembrar dos detalhes, porque eu estava mais focado no céu que começava a ficar laranja atrás daquelas nuvens pequenas. Alguém tentou me ensinar a dizer “saúde” em papiamento; eu acabei falando tudo errado. A Li do meu lado riu e disse que ninguém acerta de primeira mesmo.
Quando voltamos para a praia, meu cabelo estava duro de sal e os braços grudados de rum punch derramado (sem reclamação). O que mais ficou na minha memória foi a luz no rosto de todo mundo. Não era silêncio total, mas tinha uma calma enquanto assistíamos o sol sumir no horizonte, como se estivéssemos todos deixando algo ir embora juntos. Ainda penso naquela vista quando escuto música caribenha em casa.
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