Você vai provar espumantes MCC nas adegas de Stellenbosch, compartilhar biltong com produtores em suas casas e curtir um almoço braai tradicional num gramado ensolarado — tudo com transporte saindo de Cape Town e muitas risadas pelo caminho. Não é só beber vinho; é trocar histórias sob carvalhos e se sentir em casa.
O tour é de dia inteiro, com várias paradas para degustações e almoço em Stellenbosch.
Sim, o almoço tradicional sul-africano braai está incluso no Middelvlei Estate.
Sim, você terá visitas exclusivas às adegas e uma harmonização de queijos na casa do produtor.
O grupo é limitado a até 13 pessoas por tour.
Sim, o transporte com busca em Cape Town está incluso para sua comodidade.
Você vai degustar espumantes Method Cap Classique, tintos direto do barril e outras variedades locais.
Sim, são servidas delícias locais como biltong e “dry wors” junto com as degustações.
A experiência é acessível para todos os níveis físicos; assentos especiais para bebês estão disponíveis, se necessário.
O seu dia inclui transporte privado com busca em Cape Town, todas as taxas e entradas pagas, visitas guiadas às adegas em vinícolas de Stellenbosch, degustações de vinhos locais acompanhados de petiscos sul-africanos como biltong e queijo, além de um almoço braai tradicional antes do retorno à noite.
Confesso que fiquei meio apreensivo em fazer um tour de vinho com desconhecidos — e se todo mundo soubesse tudo sobre taninos e terroir? Mas assim que saímos de Cape Town naquele minibus (com as janelas embaçadas pelo frio da manhã), nosso guia Sipho começou a contar histórias dos verões da infância colhendo uvas. Ele tinha um jeito de transformar até o sinal vermelho em parte da aventura. Quando chegamos na Simonsig Wine Estate, em Stellenbosch, alguém já tinha compartilhado rusks caseiros e eu já nem me preocupava mais com meu vocabulário de vinho.
O primeiro gole do Method Cap Classique foi mais vibrante do que eu esperava — bolhas fininhas, quase cortantes na língua. Sipho nos ensinou a fazer sabrage (confesso que pulei quando a rolha estourou) e depois exploramos adegas fresquinhas com cheiro de maçã e madeira antiga. Alguém me ofereceu biltong e “dry wors” — salgadinhos mastigáveis, bem diferentes dos que eu conhecia. A produtora explicou as raízes francesas do MCC enquanto o cachorro dela dormia aos pés da mesa. Tudo parecia tão natural... como visitar amigos que, por acaso, tinham barris empilhados pela casa.
O almoço foi no Middelvlei Estate — um verdadeiro braai sul-africano. A fumaça pairava sobre o gramado enquanto provávamos vinhos tintos direto do barril (mais quentes do que imaginei). A filha do dono não parava de encher nossos pratos e rir do meu jeitinho de falar “lekker”. A luz do sol passava pelas árvores de carvalho; ninguém tinha pressa, as taças ficavam cheias por mais tempo. Depois, paramos numa vinícola boutique — não lembro o nome, mas tinha flores silvestres por todo lado e um gato enrolado num barril. Stellenbosch parecia ao mesmo tempo jovem e tradicional — estudantes de bicicleta passando por casas no estilo Cape Dutch, mesas de café cheias de conversa. Até hoje lembro daquela vista do último ponto, vinhedos estendendo até as montanhas azuis.
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