Deguste vinhos premiados em Stellenbosch, Franschhoek e Paarl neste tour privado saindo de Cape Town. Paradas flexíveis em vinícolas renomadas, almoço em fazenda, passeios pelas cidades históricas e histórias do seu guia local pelas estradas sinuosas da região. Mais que vinho, é desacelerar e sentir a vibe das Winelands da África do Sul.
Este tour é para casais ou grupos pequenos de até 7 pessoas; só seu grupo estará no veículo.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel em Cape Town está incluso.
Você vai provar pelo menos 15 vinhos premiados em várias vinícolas; taxas de degustação são cobradas à parte.
Sim, quem não quiser provar pode aproveitar os passeios e a paisagem das Winelands.
Você pode almoçar em uma vinícola ou pedir petiscos durante as degustações; as refeições não são pré-pagas, mas seu guia ajuda a organizar.
Sim, todas as vinícolas visitadas aceitam cartão para degustações e compras.
O tour começa com o pickup às 09:30; a última degustação é por volta das 16:15, retornando a Cape Town à noite.
Sim, o passeio é acessível para cadeirantes em todas as etapas.
Seu dia inclui transporte privado com pickup e drop-off no hotel em Cape Town, comentários ao vivo do seu guia local durante os trajetos entre as vilas de Stellenbosch, Franschhoek e Paarl, bastante água gelada para manter você hidratado entre as degustações, além de total liberdade para escolher quais vinícolas visitar e onde parar para almoçar antes de voltar à noite.
O dia começou quando Ivan apareceu bem na porta do nosso hotel em Cape Town — ele acenou como se já nos conhecêssemos, o que deixou tudo mais descontraído do que eu esperava. Partimos primeiro para Stellenbosch, com as janelas abertas porque o ar estava fresco, mas nada gelado, e já dava para sentir um cheiro terroso no ar. Ivan foi apontando as mudanças na arquitetura enquanto passávamos pela Main Street de Paarl — lembro de um prédio rosa desbotado e alguém vendendo biltong numa mesinha na calçada. Ele comentou algo sobre o Monumento à Língua Afrikaans lá longe, mas eu fiquei distraído com um grupo de crianças correndo com mochilas maiores que elas.
Quando chegamos na primeira vinícola em Paarl, eu já estava pronto para um copo (ou três). A sala de degustação estava tranquila, só o som de risadas vindo de outra mesa — parecia um grupo comemorando aniversário. Provamos uns cinco vinhos ali; perdi a conta depois do segundo gole. Serviram uma tábua de queijos com uns cubinhos que tinham um sabor que parecia sol. Ivan deixou a gente escolher o próximo destino (“podem pular qualquer lugar que quiserem”, ele disse), então seguimos pela estrada da montanha rumo a Franschhoek. Essa viagem ficou na minha cabeça: vinhedos que pareciam não ter fim, céu azul intenso e aquele silêncio estranho quando paramos num mirante — só o vento e o som distante dos pássaros.
O almoço rolou em algum momento entre as degustações — pra ser sincero, o tempo ficou meio confuso depois de tanto vinho. Sentamos numa varanda de uma fazenda perto de Stellenbosch. A comida era simples, mas perfeita: pão que estalava ao abrir, azeitonas que tinham gosto de verdade (não aquelas sem graça de supermercado). A última parada foi em Stellenbosch mesmo; Ivan quis que a gente desse uma caminhada rápida pela cidade, mesmo com minhas pernas quase pedindo arrego. Tem algo especial nessas ruas antigas com carvalhos e cafés — estudantes por toda parte, rindo, lendo ou só relaxando como se fossem donos do lugar. Tentei falar “Franschhoek” direito; Ivan riu e balançou a cabeça.
Eu não esperava me importar tanto com tours de vinho, pra ser honesto — mas tem uma sensação única de dirigir por esses vales com alguém que conhece cada atalho e história. Ainda penso naquela vista sobre os vinhedos quando tudo ficou silencioso por um instante. Não sei se foi o vinho ou só estar longe de casa, na melhor companhia.
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