Você vai cruzar o enevoado Hai Van Pass com um grupo pequeno, explorar a Cidadela Imperial de Hue com histórias do seu guia local, visitar a Pagoda Thien Mu e provar a culinária típica de Hue no almoço. Não é só ver, é sentir o ritmo da cidade na comida, nos templos e nos momentos tranquilos à beira da lagoa.
Sim, o traslado está incluído para hotéis em Hoi An e Da Nang.
A viagem dura cerca de 3 horas em cada trecho, incluindo paradas no Hai Van Pass e na Lagoa Lap An.
Você vai conhecer o Hai Van Pass, Lagoa Lap An, Cidade Imperial de Hue (Cidadela), Pagoda Thien Mu e Túmulo de Khai Dinh.
Sim, o almoço com pratos tradicionais de Hue está incluso em um restaurante local.
É um passeio em grupo pequeno; o número exato varia, mas sempre limitado para garantir conforto.
Sim, é possível ser deixado em Hue, basta avisar a equipe com antecedência.
Sim, o passeio inclui um guia experiente que fala inglês durante todo o dia.
Sim, todas as taxas de entrada para as atrações do roteiro estão incluídas no preço.
Seu dia inclui traslado do hotel em Hoi An ou Da Nang em van com ar-condicionado e motorista cuidadoso; visitas guiadas ao Hai Van Pass, Lagoa Lap An, Cidadela Imperial de Hue, Pagoda Thien Mu e Túmulo de Khai Dinh; todas as entradas; almoço tradicional com pratos típicos no Restaurante Madame Thu; além de um relaxante escalda-pés antes do retorno ao hotel ou, se preferir, desembarque em Hue.
A primeira coisa que lembro é das nuvens abraçando as montanhas enquanto nossa van subia o Hai Van Pass. Nosso guia Minh brincava dizendo que os motoristas daqui “conversam com a estrada” — e, de verdade, parecia que estávamos deslizando entre dois mundos. Paramos no topo por alguns minutos; dava pra sentir o cheiro do mar misturado com um aroma verde e terroso, e o silêncio só era quebrado por uma moto passando rápido. Tentei tirar uma foto, mas não capturou a essência — sabe quando tem lugares que não cabem numa foto?
Chegando em Hue, depois da Lagoa Lap An (ainda penso naquela água cristalina), Minh começou a contar sobre os imperadores Nguyen como se fossem velhos amigos. A Cidade Imperial de Hue é enorme — muros tão grossos que dá pra passar a mão e sentir séculos de chuva e sol guardados ali. Na Pagoda Thien Mu, uma senhora acendeu incenso e sorriu pra gente sem dizer nada; a fumaça subia doce e forte. No almoço, nos apertamos em volta da mesa da Madame Thu — experimentei o bun bo Hue pela primeira vez. Caldo picante, carne macia, umas ervas que eu não consegui identificar. Minh riu da minha cara toda suada.
O Túmulo de Khai Dinh me surpreendeu — por fora, pedra preta, mas por dentro parecia um sonho em mosaicos. Minh apontou dragões escondidos nos azulejos; disse que cada imperador queria deixar sua marca. A luz da tarde deixava tudo com um tom prateado-azulado. Terminamos com um escalda-pés (nunca tinha feito isso depois de um passeio) que foi uma delícia depois de tanto andar.
Não esperava sentir tanto só num bate-volta de Hoi An a Hue — não é só história, comida ou paisagens, mas o jeito das pessoas daqui, devagar e com orgulho. Às vezes me pego sonhando acordado com aqueles muros grossos ou aquele instante no Hai Van Pass quando tudo ficou em silêncio por um segundo.

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