Você vai acompanhar um guia local pelo Old Quarter de Hanoi, provando desde enroladinhos de arroz nas ruas até petiscos no Mercado Dong Xuan, e ainda vai aprender a fazer seu próprio bánh mì. Espere risadas com os vendedores, vistas do pôr do sol na Ponte Long Biên e um drink surpresa num bar escondido — tudo embalado em histórias e sabores que ficam na memória.
Você vai provar mais de 10 pratos diferentes em cinco restaurantes sentados, além dos petiscos no Mercado Dong Xuan.
Não há busca no hotel; as informações para encontro são enviadas por e-mail após a reserva.
O roteiro não especifica opções vegetarianas; consulte o operador para necessidades alimentares.
Sim, cervejas locais e refrigerantes à vontade, além de um drink premium no speakeasy.
O passeio é para todos os níveis físicos; bebês devem ficar no colo de um adulto.
A duração exata não é informada, mas cobre várias paradas do norte ao sul do Old Quarter em uma noite.
Sim, você explora o Mercado Dong Xuan e prova petiscos de rua durante o roteiro.
O guia local fala inglês durante todo o tour.
Sua noite inclui todas as comidas — mais do que suficiente para o jantar — em cinco restaurantes sentados, petiscos no Mercado Dong Xuan, cervejas locais e refrigerantes ilimitados, aula prática de bánh mì com um vendedor experiente, entrada num speakeasy escondido com um drink vietnamita premium e a companhia de um guia local que fala inglês e compartilha histórias por trás de cada prato.
Entramos em ziguezague pelo bairro antigo de Hanoi justo quando a cidade começava a brilhar com aquela luz dourada do começo da noite — scooters por toda parte, cheiro de carne de porco na brasa no ar. Nosso guia, Minh, nos chamou para entrar numa ruazinha que eu jamais teria reparado sozinho. A primeira parada foi num lugar minúsculo onde uma senhora mais velha (Minh a chamava de “tia”, embora eu não tenha certeza se são parentes) abria bánh cuốn tão fininho que dava quase para ver através. Ela me deixou tentar — o meu rasgou na hora. Todo mundo riu, inclusive ela. Até hoje lembro daquele enroladinho de arroz macio e do jeito como ela colocou a mão no peito quando agradecemos.
Depois atravessamos a Ponte Long Biên bem quando o sol se escondia atrás dos telhados. Minh contou um pouco da história — parece que essa ponte resistiu a bombardeios e ainda carrega marcas disso. O ar tinha cheiro de água do rio e algo doce vindo de uma barraca próxima. Entramos no Mercado Dong Xuan em seguida; era uma bagunça boa: vendedores gritando, montes de ervas por todo lado e alguém fritando rosquinhas ali mesmo na calçada. Provei cháo sườn sụn (mingau de arroz com carne de porco) — não esperava gostar, mas acabei limpando o prato.
Também teve uma parte prática para fazer bánh mì — minha tentativa ficou meio desajeitada perto dos pães perfeitos do vendedor, mas o sabor compensou. O chả cá chegou chiando na nossa mesa em outro restaurante familiar; açafrão e endro por toda parte, peixe tão macio que desmanchava com os hashis. Já perdi a conta de quantos pratos e cervejas experimentamos (elas apareciam sem parar). A sobremesa foi numa lojinha cheia de relógios antigos e fotos desbotadas — Minh contou que os pais dele costumavam vir aqui para encontros. Terminamos num speakeasy escondido atrás de uma porta sem placa; não vou contar o que tem lá dentro, mas o drink vietnamita que provei ainda está na minha cabeça.

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