Você vai explorar o Old Quarter de Hanoi com um guia local que conhece todos os atalhos e histórias. Prove receitas passadas de geração em geração em restaurantes familiares, experimente o forte café com ovo e descubra por que os locais comem com as mãos ou dividem mesas com estranhos. Cada parada é especial — você vai sair satisfeito, mas com vontade de voltar para o jantar amanhã.
O conteúdo não menciona opções vegetarianas; consulte o fornecedor para mais detalhes.
O serviço de retirada está disponível; confirme as condições no momento da reserva.
A duração exata não está informada no conteúdo de referência.
Água mineral e refrigerantes estão inclusos durante as degustações.
Sim, todas as áreas e transportes são acessíveis para cadeiras de rodas.
Bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos são permitidos e assentos infantis especiais estão disponíveis.
O tour foca em restaurantes familiares frequentados por moradores; a maioria das paradas fica fora dos roteiros turísticos comuns.
O valor cobre as degustações, água mineral, refrigerante e um guia local que fala inglês.
Sua noite inclui caminhadas guiadas pelo Old Quarter de Hanoi com um guia local que fala inglês, muitas degustações autênticas em restaurantes familiares (como bun cha e outras delícias), água mineral e refrigerantes durante o passeio — além de acessibilidade para cadeiras de rodas e carrinhos, se necessário.
“Tem que comer com as mãos, do jeito que a gente faz,” sorriu nossa guia Linh, me entregando um pratinho com algo enrolado em folha de bananeira. Tentei não parecer desajeitada, mas o arroz grudado era mais escorregadio do que parecia. O Old Quarter já estava movimentado, mesmo antes do pôr do sol — scooters passando rápido, senhores jogando xadrez na calçada. O ar tinha cheiro de carvão e um doce que eu não conseguia identificar.
Linh nos levou por um beco tão estreito que meus ombros tocaram as paredes dos dois lados. Paramos num lugar minúsculo onde duas irmãs fazem bun cha há décadas — ela contou que a mãe delas começou o negócio depois da guerra. Não sei se era o cheiro da carne defumada ou a forma como todo mundo se chamava pelo nome, mas parecia que estávamos entrando no jantar de uma família. Teve até um momento em que um vizinho apareceu só para pegar umas ervas emprestadas; ninguém nem piscou. Perguntei sobre o alho em conserva na mesa e Linh riu da minha cara quando provei — bem mais forte do que eu esperava.
Fiquei pensando como cada parada tinha uma história — não só de comida, mas das pessoas que moram ali há gerações. Um senhorzinho nos chamou para experimentar o vinho de arroz feito em casa (não faz parte oficial do tour, mas Linh disse “por que não?”). Ardeu até lá embaixo e me fez rir alto. Entre o café com ovo e a última tigela de macarrão, percebi que parei de me preocupar em parecer perdida ou estrangeira. A cidade parecia mais acolhedora. Ou talvez fosse só o óleo de pimenta.
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