Saia do Old Quarter de Hanoi com conforto e embarque num cruzeiro de luxo com buffet. Explore as câmaras da Gruta Sung Sot, faça caiaque ou canoa de bambu na Gruta Luon, nade ou suba a Ilha Ti Top para vistas incríveis. Termine o dia com chá no deck enquanto o sol se põe atrás dos penhascos — uma experiência que vai além das fotos.
Sim, o transporte dos hotéis no Old Quarter de Hanoi está incluso no preço do passeio.
Você pode nadar, fazer caiaque ou andar de canoa de bambu na Gruta Luon, explorar a Gruta Sung Sot, subir ou relaxar na Ilha Ti Top e participar de um chá ao pôr do sol no deck.
Sim, há um buffet com frutos do mar, pratos vietnamitas, internacionais e opções vegetarianas.
O tour começa com o transporte pela manhã (entre 7h30 e 8h15) e retorna a Hanoi por volta das 20h00 às 20h30.
Sim, o buffet inclui opções vegetarianas.
O barco é acessível para cadeirantes e indicado para todos os níveis de preparo físico; algumas atividades podem ser puladas se necessário.
Não precisa — caiaques e canoas de bambu são fornecidos para a Gruta Luon; leve roupa de banho se quiser nadar na Ilha Ti Top.
Seu dia inclui transfer ida e volta dos hotéis no Old Quarter de Hanoi em ônibus confortável, entradas para atrações de Halong Bay como a Gruta Sung Sot e Ilha Ti Top, uso de caiaques ou canoas de bambu na Gruta Luon, buffet generoso com frutos do mar e opções vegetarianas servido a bordo enquanto navega pelas ilhas de calcário, além de chá com bolinhos ao pôr do sol antes do retorno a Hanoi à noite.
O que mais lembro é o som suave do ônibus deixando o Old Quarter de Hanoi — ainda meio sonolento, vendo as scooters passarem num borrão matinal. Nosso guia, Minh, nos recebeu com um sorriso largo e distribuiu garrafinhas d’água (brincou que era “café vietnamita” para os sonâmbulos). Quando chegamos ao Porto Internacional de Halong, o ar já estava mais pesado e com aquele cheiro salgado. O barco parecia chique demais para meus tênis sujos, mas ninguém ligou. Me ofereceram uma bebida gelada — com gosto de capim-limão e um toque doce — e fiquei ali um instante, tentando não parecer perdido.
O almoço rolou enquanto navegávamos entre aquelas formações rochosas incríveis — Pedra do Cachorro, Pedra do Pato, Pedra do Polegar (Minh apontava cada uma como se fossem velhos conhecidos). Eu ficava mais olhando pela janela do que para o prato. O buffet de frutos do mar superou minhas expectativas; experimentei um tipo de marisco grelhado que era ao mesmo tempo defumado e salgado. Tinha opções vegetarianas também (meu amigo ficou aliviado). O barco estava tranquilo, mesmo com tanta gente a bordo. Na Gruta Sung Sot, Minh nos guiou por câmaras ecoantes cheias de formas rochosas iluminadas por cores — ele contou uma história de dragões, mas eu me distraí com o frescor do ar lá dentro, tão diferente do lado de fora.
Eu não sou muito de caiaque, mas acabei remando pela Gruta Luon (as canoas de bambu pareciam tentadoras, mas a pressão do grupo venceu). Lá dentro era o lugar mais silencioso do dia — só o som da água pingando e das remadas tocando a superfície. Depois seguimos para a Ilha Ti Top: dá para subir a trilha ou simplesmente esticar na areia. Eu cheguei até a metade da subida antes de perceber que minhas pernas não iam colaborar; mesmo assim, a vista já valia a pena. Alguns nadaram, outros ficaram relaxando ou tirando fotos — cada um no seu ritmo.
Na volta para o porto, serviram chá e bolinhos no deck superior. O sol começava a se esconder atrás daqueles penhascos de calcário e alguém colocou uma música (não lembro qual). Era uma mistura de agito e paz — pessoas conversando baixinho ou simplesmente olhando para Halong Bay como se não quisessem ir embora. Às vezes, são esses últimos minutos que ficam na memória.

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