Saia de Ho Chi Minh antes do amanhecer para ver o mercado flutuante Cai Rang ganhar vida — barcos trocando frutas e café da manhã no rio. Prove macarrão fresco na água, caminhe por vilarejos sombreados em My Tho, reme por canais silenciosos sob coqueiros e compartilhe chá de mel com os locais antes de voltar satisfeito (e provavelmente com um bronzeado leve).
São cerca de 200 km, com várias horas de viagem em cada trecho.
Sim, o traslado de ida e volta do Distrito 1 está incluso.
Você terá café da manhã no mercado flutuante e almoço em restaurante local; opções vegetarianas disponíveis com aviso prévio.
Sim, primeiro o Mercado Flutuante Cai Rang perto de Can Tho, depois My Tho para passeios de barco e visita a vilarejos.
O passeio é acessível para cadeirantes e bebês podem participar acompanhados; é indicado para a maioria dos níveis de preparo físico.
Toalhas refrescantes, água mineral, chá de mel e frutas tropicais são oferecidos durante o trajeto.
Seu dia inclui traslado privado do hotel no Distrito 1 de Ho Chi Minh, todas as entradas pagas, guia em inglês durante todo o passeio (Minh nos fez rir muito), café da manhã tradicional no Mercado Flutuante Cai Rang e almoço em restaurante local (vegetariano ou halal se precisar), muitas toalhas geladas e água para refrescar — e cada passeio de barco ou parada para lanche já está organizado antes do retorno com conforto e ar-condicionado.
O que me chamou atenção logo de cara foi o cheiro — água do rio misturada com algo doce, talvez jaca? Saímos de Ho Chi Minh antes do sol nascer (mal me lembro do café) e, quando chegamos em Can Tho, o mundo parecia mais suave. Nosso guia, Minh, sorriu enquanto distribuía toalhas fresquinhas — disse que o calor aumentaria, mas agora estava só uma névoa tranquila. O motor do barco roncou e seguimos para o Mercado Flutuante Cai Rang. Barcos por todo lado — alguns carregados de abacaxis, outros com macarrão ou algo que eu não sabia o nome. Os vendedores gritavam de um barco para o outro; uma mulher jogou uma manga para o Minh como se fossem velhos amigos.
Comi uma tigela de sopa de macarrão ali mesmo, no barco balançando — confesso que achei que ia derrubar tudo, mas me saí melhor do que esperava. O caldo era defumado e cheio de sabor; nada parecido com o que já provei em casa. Vimos uma família fazendo papel de arroz na oficina deles — um garotinho acenou para a gente com farinha no nariz. O ar tinha um leve cheiro de fumaça de lenha e algo floral. Depois, caminhamos por um caminho no vilarejo, sombreado por coqueiros; galinhas corriam aos nossos pés e um senhor acenou quando passamos. Era um ritmo mais devagar, sabe?
Mais tarde, em My Tho, entramos em pequenos barcos a remo — só para duas pessoas — e deslizamos sob folhas de coqueiro baixas. Quase silêncio, só o remo cortando a água e risadas distantes de outro barco (alguém contou uma piada em vietnamita — peguei umas três palavras). O almoço foi simples, mas delicioso: peixe frito, verduras frescas, arroz. Alguém serviu chá de mel e tocou uma música numa espécie de violão caseiro — até hoje essa melodia me vem à mente quando o barulho lá de casa fica demais.

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