Você será buscado no hotel para um dia inteiro de canyoning em Dalat: rapel em penhascos, nado sob cachoeiras, escorregadas em pedras e tirolesa com guias locais que garantem diversão e segurança. Prepare-se para água gelada, pernas trêmulas, muitas risadas e um almoço picnic à beira do rio — além daqueles momentos inesperados em que percebe que é mais corajoso do que imaginava.
O tour começa por volta das 9h com o traslado e dura a maior parte do dia, retornando ao hotel no fim.
Sim, um picnic com baguete, queijo, frutas e mais está incluído durante o passeio.
Inclui traslado de ida e volta ao hotel, todo o equipamento de segurança, guia em inglês, almoço, fotos/vídeo, seguro e permissões.
É preciso ter condicionamento físico moderado; as atividades incluem rapel de até 25m e natação.
A idade mínima é 4 anos; não recomendado para gestantes.
Sim, os guias são treinados e falam inglês durante todas as atividades.
Sim — fotos e vídeos de lembrança estão incluídos no pacote.
Use roupas confortáveis ou traje de banho; todo o equipamento técnico é fornecido pelos guias.
Seu dia inclui traslado de ida e volta no centro de Dalat, equipamento completo para rapel (roupa de neoprene, arnês, capacete), guias profissionais que falam inglês e ensinam cada passo, seguro de viagem, permissões para o parque e um almoço picnic à beira do rio antes de voltar ao hotel com fotos de lembrança.
Quase esqueci meu sapato esquerdo no hotel — clássico eu — então começamos o dia de canyoning em Dalat com uma corrida rápida de volta pelas escadas. Nosso guia, Minh, só sorriu e falou “sem problema, acontece toda semana.” Gostei dele na hora. A van saiu da cidade em vinte minutos, mas o ar já estava diferente: cheiro de pinho, um toque doce e aquele friozinho típico das manhãs em Dalat. Fiquei mexendo na alça do capacete enquanto Minh explicava como usar os equipamentos e as cordas. Ele dizia que era fácil, mas minhas mãos suavam mesmo assim.
O primeiro rapel foi seco — 18 metros descendo uma parede de pedra que parecia mais íngreme lá de cima do que de baixo. Minh mostrou como se inclinar para trás no vazio e confiar na corda. Minhas pernas tremeram, mas ele só acenou como se soubesse que eu ia conseguir. No meio do caminho, tudo ficou silencioso, só se ouvia a água pingando e uma risada nervosa ecoando nas pedras. Depois disso, nadamos sob uma cachoeira de 30 metros (gelada demais) antes de escorregar por um canal coberto de musgo direto para a piscina lá embaixo. Meu coração batia tão forte que mal conseguia ouvir meu próprio grito.
O almoço foi um picnic com baguete em umas pedras — queijo, frutas, dedos grudados — e aí veio o que Minh chamou de “o verdadeiro canyoning.” Um rapel de 25 metros bem no meio da água caindo com força. Engoli metade do rio sem querer e Minh riu quando tentei falar algo em vietnamita (“cam on?”) com água no nariz. Depois pulamos livremente 7 metros (demorei demais pra pular), cruzamos o cânion numa tirolesa que assobiava no vento e, por fim, encaramos “A Máquina de Lavar,” um rapel giratório maluco que te deixa encharcado e sorrindo feito bobo.
A volta subindo foi lama, barulho e muita história de tombos e quase acidentes. Minhas pernas estavam bambas, mas nem liguei — ainda pensava naquele silêncio estranho no meio do primeiro rapel e em como Minh fazia todo mundo se sentir seguro sem ser chato. Se estiver pensando em fazer canyoning em Dalat, vai fundo. Provavelmente você também vai esquecer alguma coisa.

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?