Você vai subir pelas cavernas frescas das Montanhas de Mármore, explorar os túneis sombreados da caverna Am Phu com um guia local e depois curtir a vista de Da Nang do Monte dos Macacos, retornando ao pôr do sol. Prepare-se para momentos de silêncio, risadas com pronúncias difíceis e um mergulho no lado espiritual do Vietnã — tudo com transporte fácil incluso.
O passeio acontece das 14h até cerca de 18h30 ou 19h.
Sim, buscamos e deixamos você no hotel tanto em Da Nang quanto em Hoi An.
Você vai explorar túneis com estátuas budistas e entalhes que refletem temas espirituais como o carma.
Sim, espere subir nas Montanhas de Mármore e caminhar dentro das cavernas; é adequado para a maioria dos níveis de preparo físico.
Sim, você vai conhecer a Pagoda Linh Ung e ver a maior estátua da Deusa da Misericórdia do Vietnã.
Sim, todas as entradas estão cobertas no seu pacote.
Água mineral é fornecida para cada participante durante o tour.
Bebês podem participar, mas devem ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Sua tarde inclui transporte de ida e volta do hotel em Da Nang ou Hoi An, ingressos para todas as atrações como Montanhas de Mármore e Pagoda Linh Ung, guia local que fala inglês e compartilha histórias, transporte com ar-condicionado entre os pontos, além de água mineral para você se refrescar enquanto explora cavernas e pagodas antes de voltar no começo da noite.
Não fazia ideia de que as Montanhas de Mármore seriam tão íngremes até começarmos a subir — nosso guia, Minh, riu quando parei para recuperar o fôlego e mostrou um atalho que os locais usam (que parecia ainda mais difícil). O ar dentro da primeira caverna era mais fresco que lá fora, quase úmido, e tinha um leve cheiro de incenso que parecia grudar nas pedras. Minh contou histórias sobre monges budistas que se escondiam ali durante a guerra. Tentei imaginar a cena — tudo tão silencioso, só o som distante dos sinos e o eco dos nossos passos.
A caverna Am Phu me surpreendeu. Chamam de “caverna do inferno”, mas, na real, parecia mais um labirinto de sombras e esculturas do que algo assustador. Havia estátuas escondidas em cantos — algumas com cara amigável, outras nem tanto — e Minh explicou um pouco sobre carma e crenças vietnamitas. Acho que pronunciei “Ngu Hanh Son” todo errado (ele sorriu mesmo assim). Ficamos mais tempo do que o previsto só explorando; o tempo parecia meio estranho lá dentro.
A estrada até o Monte dos Macacos foi esburacada, mas valeu a pena pela vista de Da Nang — a cidade parecia enevoada na luz do fim da tarde. Na Pagoda Linh Ung, a estátua da Deusa da Misericórdia é gigante. Dá para vê-la de longe, mas estar bem embaixo dela é outra história. Uma brisa vinda do mar trouxe um cheiro salgado que se misturava com as flores de frangipani perto dos degraus. Me peguei parado, olhando a costa por um bom tempo. No caminho de volta, todo mundo ficou quieto — talvez cansados ou só absorvendo todas aquelas cavernas e histórias. É incrível como uma tarde pode ser tão cheia.
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