Rasteje pelos verdadeiros Túneis de Cu Chi perto de Ho Chi Minh, almoce com moradores locais, navegue pelos canais do Delta do Mekong, prove chá de mel e ouça música da vila — tudo com um guia que mantém a experiência autêntica. Espere surpresas: do cheiro da terra nos túneis às risadas por erros de idioma. Um dia para sentir o Vietnã de perto.
O tour acontece das 7h40 às 18h45, incluindo o transporte saindo de Ho Chi Minh.
Sim, o pickup é feito em hotéis do Distrito 1, exceto nas áreas de Dakao e TanDinh.
Você pode rastejar por partes dos túneis, ver armadilhas usadas na guerra e, se tiver mais de 18 anos, visitar o estande de tiro.
Sim, o almoço com pratos vietnamitas está incluído, com opções veganas disponíveis.
Você vai andar de barco a motor pelo rio Mekong, remar em sampans por canais cercados de coqueiros, visitar uma casa de abelhas para provar chá de mel e ouvir música local ao vivo.
Sim, todas as entradas estão incluídas na sua reserva.
Podem; bebês precisam ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Os túneis são apertados, mas a maioria consegue fazer trechos curtos; o passeio é adequado para todos os níveis de preparo físico.
O dia inclui traslado do hotel no centro de Ho Chi Minh (Distrito 1), entradas para os Túneis de Cu Chi e todos os passeios de barco no Delta do Mekong, guia local falando inglês, água engarrafada e frutas durante o trajeto, além de almoço vietnamita (com opções veganas) antes do retorno ao escritório da VN Adventure Tours no fim da tarde.
"Você já tentou rastejar no escuro com só uma lanterna?" Foi essa a pergunta do nosso guia, Minh, quando chegamos aos Túneis de Cu Chi. Eu já tinha visto fotos, mas ao vivo a entrada parecia bem menor do que eu imaginava — quase escondida entre as folhas. O ar estava quente e pesado, mesmo de manhã, e o som das cigarras vinha de algum lugar lá em cima. Minh contou histórias de famílias que passaram meses vivendo ali embaixo. Hesitei antes de entrar (é escuro e tem um cheiro de terra), mas Minh fez uma piada sobre o “cabelo de túnel” e isso ajudou a descontrair. Minhas pernas até hoje lembram das curvas apertadas.
O almoço foi um alívio — cadeiras de plástico sob um ventilador barulhento, pratos de arroz e algo perfumado com capim-limão. Tinha comida vegana também, o que me surpreendeu (não esperava isso no interior do Vietnã). Alguém na mesa tentou pedir café em vietnamita e todo mundo riu — daquelas situações que só fazem a gente se sentir feliz de estar ali, com os erros de idioma e tudo.
O Delta do Mekong parecia outro mundo depois dos túneis. Em My Tho, embarcamos num pequeno barco a motor; a água era meio marrom, mas calma, ladeada por coqueiros. Eu sentia um cheiro doce de frutas perto e ouvia vozes distantes que atravessavam o rio. Em certo momento, mudamos para uns sampans estreitos — só nós dois e uma senhora que remava atrás, sorrindo toda vez que a gente balançava. Ela nos mostrou como molhar os dedos no rio (“para dar sorte”, disse). Tomamos um chá de mel numa casa de abelhas, doce e pegajoso na língua, e ouvimos uma música local que parecia alegre e triste ao mesmo tempo.
Fico pensando naquela mistura do silêncio lá embaixo e depois todo aquele verde barulhento ao longo do rio. Não foi sempre confortável (os túneis não são para gente alta), mas fico feliz de ter ido — e, sinceramente? Ainda lembro daquela luz dançando nas folhas de palmeira, parecia cena de filme antigo.
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