Você vai subir de teleférico famoso de Da Nang até o ar fresco das montanhas, atravessar a Golden Bridge apoiada por mãos de pedra, explorar jardins floridos e praças inspiradas na França, e se divertir com seu guia local. Com horários flexíveis, dá para dormir até mais tarde ou aproveitar a luz da manhã — de qualquer jeito, as vistas vão ficar na memória.
Você pode escolher entre 7h30 (padrão) ou 9h30 (saída mais tarde) para o transfer no hotel em Da Nang.
Sim, o transfer de ida e volta do hotel está incluído para quem fica no centro de Da Nang.
Sim, os ingressos de ida e volta para o teleférico já estão inclusos na sua reserva.
O almoço buffet está incluído apenas se você escolher o pacote "Passeio em Grupo + Almoço"; há opções indianas e halal disponíveis.
Sim, o passeio é acessível para cadeirantes e também permite carrinhos de bebê.
A viagem dura menos de uma hora saindo dos hotéis no centro de Da Nang até a entrada de Ba Na Hills.
Seu dia inclui transfer de ida e volta no centro de Da Nang, ingressos para atrações em Ba Na Hills como a Golden Bridge e os jardins Le Jardin D’Amour, bilhetes de teleférico ida e volta para as montanhas, guia local falando inglês durante todo o passeio, além de um almoço buffet opcional com opções indianas ou halal se selecionado na reserva, tudo com conforto para voltar ao seu hotel.
A primeira coisa que percebi foi o som — aquele zumbido suave enquanto o teleférico nos elevava sobre Da Nang, subindo entre névoa e pinheiros. Nosso guia, Huy, sorriu ao ver meu olhar curioso e apontou para telhados minúsculos lá embaixo. Não esperava que fosse tão silencioso lá em cima. O ar também mudou; ficou mais fresco, quase doce, como chuva caindo sobre pedra. Deixamos a cidade para trás em menos de uma hora, mas parecia muito mais distante.
Quando pisamos na Golden Bridge, precisei parar por um instante. Aqueles enormes braços de pedra sustentando a passarela — você já viu fotos, mas estar ali é outra história. Um casal ao nosso lado tentava tirar uma selfie sem ninguém no fundo (boa sorte). Huy nos contou que as manhãs são melhores para evitar multidões; escolhemos o horário mais tarde, então estava mais cheio, mas gostei de ver famílias e grupos maravilhados juntos. Tem algo especial em ver gente de todos os cantos simplesmente... parando para admirar.
O almoço era opcional, buffet (eu fui e não me arrependi). A comida misturava pratos vietnamitas com opções internacionais para os mais exigentes. Experimentei um bolinho de arroz meio pegajoso com molho de pimenta — não sei o nome, mas Li riu quando tentei falar em mandarim — provavelmente deturpei tudo. Depois, passeamos pelos jardins Le Jardin D’Amour, onde tudo cheirava a grama molhada e flores. A área da French Village parecia meio surreal — máquinas de neve funcionando mesmo sendo junho.
Ainda lembro do silêncio repentino quando entramos na Pagoda Linh Ung; o incenso subindo em espirais lentas enquanto lá fora crianças corriam com balões. Na descida, as nuvens cobriam as montanhas tão densas que mal dava para enxergar a dez metros. Isso fez a saída parecer um despertar de sonho — pode parecer piegas, mas é assim que Ba Na Hills te deixa.
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