Você vai caminhar acima das nuvens na famosa Golden Bridge, andar no teleférico mais longo do Sudeste Asiático pelas colinas enevoadas, explorar jardins e pagodas com guia local e saborear um almoço buffet vietnamita antes de voltar para o navio — provavelmente ainda pensando naquelas mãos gigantes que te seguram.
Cerca de 1 hora e 10 minutos de carro em cada trecho.
Sim, o traslado é feito dentro dos portões do porto com uma placa com seu nome.
Passeios de teleférico, Golden Bridge, Vila Francesa, jardins, visita à pagoda e jogos no Fantasy Park.
Sim, almoço buffet em restaurante está incluso.
Sim, os bilhetes de ida e volta do teleférico fazem parte do pacote.
Sim, mas é recomendado que os participantes tenham condicionamento moderado; bebês devem ficar no colo ou em cadeirinhas próprias.
Sim, há guias fluentes em inglês; outros idiomas podem ser solicitados.
Seu dia inclui traslado dentro dos portões do porto de Chan May com guia e motorista locais, transporte ida e volta em veículo com ar-condicionado, todas as entradas incluindo bilhetes de teleférico para Ba Na Hills e acesso à Golden Bridge, água mineral e lenços durante o trajeto, além de almoço buffet antes do retorno, garantindo que você volte com conforto antes da partida do navio.
Eu não esperava me sentir tão pequeno embaixo daquelas mãos gigantes de pedra na Golden Bridge — é daquelas paisagens que você vê em foto e pensa: “Isso não pode ser real.” Mas lá estava eu, com a névoa da manhã ainda abraçando as colinas de Ba Na, e nossa guia (chamada Hien) sorrindo para meu olhar boquiaberto. Ela nos encontrou logo na entrada do porto de Chan May — dentro dos portões, o que evitou muita confusão — segurando uma placa com meu nome. Acredite, isso fez toda a diferença.
A viagem até Ba Na Hills durou cerca de uma hora, passando por campos de arroz e pequenos altares à beira da estrada. Hien apontou para um agricultor secando pimentas vermelhas sobre uma lona azul — disse que sua avó fazia do mesmo jeito. O passeio no teleférico foi... longo (dizem que é o mais extenso do Sudeste Asiático), mas, na real, bem tranquilo. Só se ouvia o canto dos pássaros e o leve zumbido dos cabos lá em cima. Minha filha grudou o rosto no vidro o tempo todo; eu tentei não pensar na altura.
Exploramos jardins temáticos (eram nove, perdi a conta depois do terceiro), espiamos uma adega antiga que cheirava a madeira úmida e um aroma doce e azedinho. Monges acendiam incenso na Pagoda Linh Ung, com seus robes laranja brilhando contra a pedra cinza. A Vila Francesa estava movimentada, mas sem lotar; Hien nos levou para um canto mais tranquilo, onde dava para ouvir a música de rua ecoando pelas paredes dos castelos falsos. O almoço foi buffet — muitas opções, mas o que ficou na memória foi um ensopado de carne apimentado e uns bolinhos de arroz grudenta. Ah, e tem um escorregador de tubo grátis que minha esposa me convenceu a experimentar (gritei mais que criança).
A palavra-chave aqui é passeio de um dia Ba Na Hills Golden Bridge — mas o que fica mesmo não é só riscar os pontos turísticos. São os detalhes: Hien rindo quando tentei falar “Ba Na” direito (ainda não consigo), ou ver as nuvens rolando pelas montanhas enquanto tomava chá num cantinho sossegado, longe dos selfies. Voltamos para o navio com tempo de sobra — cansados daquele jeito bom, com os pés doendo, mas a cabeça cheia de lembranças.
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