Você vai rastrear rinocerontes no Santuário Ziwa, fazer trekking com chimpanzés e gorilas em Uganda e Ruanda, cruzar savanas cheias de vida selvagem do Masai Mara ao Serengeti, e relaxar nas praias brancas de Zanzibar. Com guias locais cuidando de cada detalhe — desde traslados até visitas culturais — você vai se conectar com o coração selvagem da África de um jeito que vai lembrar para sempre.
O tour completo tem 25 dias, desde o traslado na chegada até a saída de Zanzibar.
Sim, o trekking com gorilas está incluso no Parque Nacional Bwindi Impenetrable (Uganda) e no Parque Nacional dos Vulcões (Ruanda).
Sim, o traslado do aeroporto na chegada em Entebbe ou Kampala está incluído, assim como o traslado para o Aeroporto Internacional de Zanzibar no final.
Você visita os parques Murchison Falls, Kibale, Queen Elizabeth, Bwindi Impenetrable (Uganda); Vulcões (Ruanda); Amboseli, Lago Nakuru, Masai Mara (Quênia); Serengeti, Área de Conservação Ngorongoro, Lago Manyara e Tarangire (Tanzânia).
Sim, o alojamento está incluído para todas as noites do roteiro de 25 dias.
O roteiro inclui almoço em lodges selecionados; as outras refeições dependem do lodge, mas a maioria oferece café da manhã e jantar.
Sim, o roteiro pode ser invertido para começar em Arusha, se preferir.
O tour é acessível para cadeirantes e indicado para todos os níveis de preparo físico; assentos infantis especiais estão disponíveis.
Sua viagem inclui traslado do hotel na chegada e na saída; todas as acomodações; WiFi nos veículos; transporte com ar-condicionado durante todo o percurso; experiências guiadas de rastreamento de vida selvagem, incluindo permissões para gorilas; safáris em vários parques nacionais; visitas culturais como a Vila dos Guardiões dos Gorilas; além de bastante tempo para relaxar nas praias de Zanzibar antes do traslado final ao aeroporto.
Vou ser sincero, eu não fazia ideia de como seriam “25 dias por Uganda, Ruanda, Quênia e Tanzânia” até tomar meu segundo chá à beira da estrada, entre Entebbe e as Cataratas Murchison. Nosso guia, Moses, tinha um jeito de mostrar detalhes que eu jamais notaria — como o cheiro da terra molhada depois da chuva da manhã ou como os rinocerontes no Santuário Ziwa parecem se mover em câmera lenta. Segui-los foi surreal; você fica ali, com as botas cobertas de lama vermelha, e de repente tem um animal pré-histórico pastando a poucos metros. O almoço no Amuka Lodge nunca pareceu tão bom (talvez fosse a adrenalina mesmo).
Os dias se misturavam da melhor forma — rastreando chimpanzés em Kibale (com seus chamados altos e ecoantes), deslizando pelo Canal Kazinga entre hipopótamos sob o sol escaldante e pássaros por toda parte. Ainda lembro das manhãs: orvalho na grama, nosso motorista cantando baixinho enquanto balançávamos pelas estradas de terra rumo ao Parque Nacional Queen Elizabeth. Teve momentos em que tudo parecia grande demais para absorver — como olhar o Lago Bunyonyi ao entardecer, enquanto crianças remavam em canoas de tronco. O trekking com gorilas em Bwindi foi enlameado, cansativo e, pra ser honesto, emocionante; você cruza o olhar com um gorila-das-montanhas por um instante e esquece até das picadas de mosquito.
A travessia para Ruanda trouxe outro ritmo — colinas verdes rolando pela janela, as ruas organizadas de Kigali (e o silêncio pesado no Memorial do Genocídio). O trekking no Parque Nacional dos Vulcões foi diferente de Bwindi: talvez mais íngreme, mas mais leve, porque nosso guia Jean não parava de fazer piadas sobre nossas “pernas de cidade”. Na Vila dos Guardiões dos Gorilas, acabei dançando — não sei quem riu mais, eu ou os mais velhos tentando me acompanhar. O rastreamento dos macacos dourados foi um turbilhão de pelos dourados e risadas entre bambuzais.
Quênia e Tanzânia foram sobre horizontes infinitos — as planícies sem fim do Masai Mara, onde vimos gnus se aglomerando na margem do rio (segurei a respiração por um bom tempo), depois cruzando para o Serengeti com pastores Maasai acenando para a gente. Os safáris mostravam leões descansando sob acácias ou elefantes se banhando na poeira bem ao nosso lado. O Cratera de Ngorongoro parecia irreal vista de cima — um mosaico de verdes e dourados — e eu já tinha parado de tentar adivinhar o que viria a seguir. Stone Town, em Zanzibar, foi outra vibe: aromas de especiarias pelo ar estreito, o cheiro do mar grudando na pele depois do mergulho. Os últimos dias foram de paz — só areia nos pés e tempo para deixar tudo se encaixar.
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