Você será buscado no hotel em Marmaris ou İçmeler, equipado com todo o material de segurança, e vai pilotar quads por trilhas enlameadas e caminhos na floresta — com direito a uma divertida batalha de água, se quiser. Depois, aproveite as duchas quentinhas e relaxe no café antes de voltar. É diversão suja com guias locais que garantem sua segurança e te deixam mais corajoso.
A experiência completa dura cerca de três horas, com uma hora pilotando o quad.
Sim, o transporte está incluso para hotéis em Marmaris ou İçmeler, com veículos com ar-condicionado.
Não precisa ter experiência; iniciantes são bem-vindos e recebem todas as instruções de segurança.
Sim, há duchas modernas e cabines privativas para trocar de roupa após o passeio.
É necessário ter pelo menos 16 anos para pilotar; essa regra é rigorosamente seguida.
Sim, há um café onde você pode comprar bebidas geladas, lanches e sorvetes depois do passeio.
Pode levar, mas cuidado com lama e água; a equipe também tira fotos durante o trajeto.
O dia inclui transporte do hotel em Marmaris ou İçmeler em vans com ar-condicionado, todo o equipamento de segurança para pilotar quads na pista e nas trilhas, acompanhamento de guias locais, uso de duchas e cabines privativas para troca após o passeio, além de tempo livre no café antes do retorno.
Já parou para pensar em quanta lama dá para carregar até os amigos não te reconhecerem? Foi exatamente isso que descobri no safari de quad em Marmaris. O transfer nos buscou direto no hotel em İçmeler (ar-condicionado, graças a Deus) e, uns 30 minutos depois, estávamos naquela área tranquila de vila — acho que era Hisarönü ou Değirmenyanı, pelo que a placa mostrava. O cheiro de pinho e terra molhada depois da chuva da noite anterior dominava o ar. Nosso guia, Cem, entregou os capacetes com um sorriso que dizia “vocês vão se divertir muito”. Eu nunca tinha pilotado um quad antes, confesso que fiquei meio nervoso — mas bastou segurar firme e não pensar demais.
A primeira parte foi para pegar o jeito da pista — larga, cheia de buracos e com poças que pareciam rasas, mas não eram. Teve um momento que pisei fundo no acelerador e espirrei água para todo lado (desculpa aí quem estava atrás). O Cem ficava de olho para ver se todo mundo estava bem; até ensinou umas palavras em turco para “devagar” que, claro, esqueci rapidinho. A diversão de verdade começou quando entramos nas trilhas da floresta. O barulho sumiu, sobraram só o ronco dos motores e o canto dos pássaros — dava para sentir o cheiro das ervas selvagens sendo esmagadas pelas rodas. Paramos para uma batalha de água opcional (entrei na brincadeira; meus tênis até hoje estão secando) e rimos muito da nossa cara toda enlameada.
Depois, tinha ducha de verdade (água quente!) e cabines para trocar de roupa que fechavam com chave — um luxo depois de ficar todo sujo. Alguns aproveitaram para tomar sorvete no café, outros conferiam as fotos que a equipe tirou no meio da lama. Sem pressa para voltar, ficamos ali curtindo até todo mundo estar pronto para o transfer de volta a Marmaris. Sinceramente, não esperava gostar tanto — ainda lembro daquele momento na floresta, quando tudo ficou quieto e só a risada ecoava entre as árvores.
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