Você vai subir o Monte Babadağ saindo de Fethiye com seu piloto e decolar direto para o céu aberto sobre a Praia de Ölüdeniz num voo tandem de parapente. Sinta o ar fresco da montanha no rosto enquanto flutua sobre águas turquesa, com todo o equipamento incluso e a opção de guardar a lembrança em vídeo. Aquele primeiro passo? Nunca vai sair da sua cabeça.
O voo dura entre 30 e 45 minutos, dependendo do clima.
Sim, o transfer é feito em ônibus com ar-condicionado de Fethiye até o Monte Babadağ.
O local de decolagem varia entre 1200m, 1700m, 1800m ou 1900m, conforme o tempo.
Não precisa ter experiência; pilotos experientes cuidam de tudo para você.
Você pode comprar o pacote de gravação do voo; os pilotos passam as fotos e vídeos depois do pouso.
Não há almoço, mas se escolher o pacote de vídeo, ganha um café italiano feito na hora após o voo.
Não é recomendada para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou coração.
O pouso é em frente ao escritório da empresa, perto da Praia de Ölüdeniz.
O seu dia inclui transporte em ônibus com ar-condicionado de Fethiye até o Monte Babadağ, todo o equipamento necessário como parapente, arnês e capacete fornecido pelo piloto, além do opcional pacote com vídeo/fotos e um café italiano forte na loja enquanto espera seu material depois do pouso próximo à Praia de Ölüdeniz.
A primeira coisa que me chamou atenção foi como o sol iluminava a lateral do Monte Babadağ — um brilho dourado, mas nada de cena de filme, era um calor real no meu rosto enquanto subíamos saindo de Fethiye naquela van cheia de risadas nervosas. Nosso piloto, o Cem, não parava de brincar dizendo que o café turco é mais forte que a gravidade. Tentei manter a pose, mas minhas mãos suavam segurando o arnês antes mesmo de chegarmos ao topo. Dá para ver a faixa azul da Praia de Ölüdeniz lá embaixo, quase inacreditável. A subida leva só 30 minutos, mas parece que a cada curva você deixa o mundo normal para trás.
Quando chegamos no ponto de decolagem (eles escolhem conforme o vento — no nosso caso, a 1700 metros), o clima era uma mistura estranha de silêncio e o farfalhar das velas ao vento. Cem conferiu tudo duas vezes e, de repente, estávamos correndo juntos rumo ao vazio — e, pra ser sincero, esqueci de respirar por um instante. E então voamos. O ar era frio e rarefeito no rosto, mas dava para sentir o cheiro dos pinheiros lá embaixo. A vista é tão ampla que fica difícil focar: água turquesa, barquinhos que parecem pintinhas, e pessoas acenando lá da areia (eu acenei de volta mesmo sabendo que não podiam me ver). Cem indicou o Vale das Borboletas num canto e contou histórias de pilotos que voam dali desde os anos 90 — disse que Babadağ é famoso por sua proximidade com o mar, são menos de cinco quilômetros do topo até a praia.
Não imaginei o quão tranquilo era lá em cima — só o vento e a sensação de flutuar devagar. A não ser que você peça manobras de “montanha-russa” (e eu pedi… só uma vez), aí é giro, gritos e estômago embrulhado. Cem riu quando tentei falar “teşekkürler” depois de pousar — provavelmente deixei feio — e me ofereceu um espresso enquanto usava o USB para passar o vídeo do meu voo. Minhas pernas tremiam, mas de um jeito bom. Até hoje, às vezes, quando fecho os olhos, sinto aquela queda no estômago antes de levantar voo.
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