Você começa antes do amanhecer com traslado do hotel e vê a Capadócia despertar lá do alto num voo de balão ao nascer do sol. Guiado por pilotos locais experientes, sobrevoe chaminés de fada e vales profundos antes de comemorar a aterrissagem com um espumante e receber seu certificado de voo. É uma experiência mágica que vai fazer você sorrir muito depois de pousar.
O passeio começa bem cedo, antes do nascer do sol, com traslado do hotel para aproveitar a luz da manhã.
Sim, o traslado ida e volta do seu hotel está incluso na reserva.
O voo dura entre 45 e 60 minutos, dependendo das condições do tempo.
Você comemora com um coquetel espumante (“champanhe do balão”) e recebe um certificado de voo antes de voltar para o hotel.
O passeio não é recomendado para crianças de até 5 anos.
Não é recomendado para gestantes nem para quem tem problemas na coluna ou cardiovasculares.
Os voos são operados pela Kapadokya Balloons, a primeira empresa oficialmente registrada na Turquia desde 1991.
Sua manhã inclui traslado cedo do hotel nas cidades da Capadócia, pilotos locais licenciados que escolhem os pontos de decolagem conforme o clima do dia, lanches antes do embarque, voo de balão ao nascer do sol com cerca de uma hora sobre vales e chaminés de fada, brinde com espumante (“champanhe do balão”), certificado personalizado e traslado de volta ao hotel.
Eu nem achava que estaria acordado o suficiente para me importar com o nascer do sol, mas quando nos buscaram no hotel em Göreme (ainda estava escuro), senti uma empolgação diferente no ar. A van estava silenciosa, só um casal de Izmir sussurrando sobre o vento. Nosso piloto — o Murat — brincou que escolhe os pontos de decolagem como quem escolhe frutas: só o melhor do dia. Gostei disso. Parecia menos uma rotina e mais uma espera por algo inesperado.
O campo tinha um leve cheiro de grama e gás de botijão, e, pra ser sincero, minhas mãos estavam geladas até chegarmos perto dos queimadores do balão. Eu nunca tinha reparado como eles são barulhentos — cada estouro me fazia pular um pouco. Entrar na cesta foi meio desajeitado (não sou alto), mas ninguém ligou; todo mundo estava ocupado olhando o horizonte ficando rosa atrás daquelas formações rochosas incríveis. O Murat deu as instruções de segurança, mas mal ouvi porque fiquei hipnotizado com o silêncio que tomou conta assim que subimos. Só dava pra ouvir uns cachorros latindo lá embaixo, nada mais.
Esperava que fosse assustador, mas foi só uma sensação de leveza — como estar num sonho onde você vê tudo, mas não pode tocar em nada. Passamos baixinho por cânions, tão perto que dava pra ver as marcas nas pedras, e de repente estávamos lá no alto, cercados por dezenas de outros balões. Em um momento, o Murat apontou uma casa de pombos antiga esculpida na rocha; disse que o avô dele ajudou a construir algumas. Fiquei pensando nisso depois.
A aterrissagem não foi tão suave quanto imaginei (quicamos uma vez — todo mundo riu), mas aí alguém me entregou uma taça de algo espumante e chamou de “champanhe do balão”. Também ganhamos certificados de voo, meio brega, eu sei, mas guardei o meu. No caminho de volta pro hotel, meu cabelo ainda cheirava um pouco a fumaça dos queimadores e eu não conseguia parar de sorrir sem motivo. Então, se você está pensando em fazer um voo de balão ao nascer do sol na Capadócia... vá sem pensar duas vezes.
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