Você vai subir no Castelo de Uchisar para vistas incríveis da Capadócia, passear pelo Vale Devrent com suas formações rochosas únicas e explorar uma antiga cidade subterrânea com grupo pequeno e guia local. Prepare-se para um almoço caseiro, momentos de silêncio em vales cheios de pombos e muitas histórias pelo caminho — só não esqueça um calçado que aguente poeira.
O tour dura o dia todo, cobrindo os principais pontos do norte e sul da Capadócia.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluso para sua comodidade.
Você conhecerá o Castelo de Uchisar, a cidade subterrânea Kayaşehir, o Vale dos Pombos, o Vale Devrent, o Museu a Céu Aberto de Zelve e muito mais.
Sim, o almoço está incluso na reserva.
Todos os ingressos estão incluídos no preço do tour.
O transporte é feito em veículo com ar-condicionado durante todo o passeio.
Não é recomendado para quem tem problemas na coluna ou saúde cardiovascular, devido ao terreno irregular e escadas.
Você poderá assistir a produção tradicional de cerâmica e até tentar moldar o barro se quiser.
O dia inclui transporte de ida e volta do hotel para você não se preocupar; todas as entradas para atrações como o Museu a Céu Aberto de Zelve; um almoço de verdade no caminho; além de um transporte com ar-condicionado entre as paradas e um guia local que mantém o clima leve (e geralmente divertido).
“Então é aqui que eles se escondiam dos invasores”, disse nosso guia Mustafa, com a voz ecoando nas paredes frias de pedra. Entramos na cidade subterrânea depois de subir o Castelo de Uchisar — que, sinceramente, deixou minhas pernas bambas, mas a vista compensou cada passo. O vento lá em cima tinha aquele cheiro seco e empoeirado que sempre associo a lugares antigos. Fiquei pensando em quantas pessoas já estiveram naquele mesmo lugar, olhando aquelas torres de pedra tão estranhas. Alguém do grupo brincou em morar lá; acho que todo mundo quis um pouco.
O passeio pela Capadócia não parecia só visitar pontos turísticos, mas sim seguir alguém que realmente vive ali. No Vale Devrent, Mustafa apontou para uma pedra e perguntou que animal víamos — eu soltei “camelo” antes de perceber que todo mundo via um golfinho. Ele sorriu e contou o apelido do vale: Vale da Imaginação. O sol já começava a ficar forte, refletindo na pedra clara e me fazendo apertar os olhos. Gostei que ele adaptava as paradas para evitar multidões — tivemos um momento tranquilo no Vale dos Pombos, onde dava para ouvir os pombos arrulhando lá em cima (e sim, tinha aquele cheiro leve de poeira e penas).
O almoço foi simples, mas gostoso — sopa de lentilha, pão quentinho saindo do forno, algo com berinjela que não consegui pronunciar (Mustafa tentou me ensinar; não rolou). Depois, assistimos um oleiro moldar barro em Avanos. Minhas mãos claramente não nasceram para cerâmica, mas pelo menos rendeu boas risadas. O Museu a Céu Aberto de Zelve foi a última parada; caminhar entre casas-caverna parecia algo íntimo, como invadir memórias de alguém. Nessa hora meus sapatos já estavam cheios de areia fina e a bateria do celular quase no fim, mas nem liguei.
Fico lembrando daquele primeiro suspiro dentro da cidade subterrânea — o ar fresco depois de tanto sol — e do silêncio que tomou conta por um instante antes do celular de alguém apitar. É difícil explicar, mas se você quer um tour pela Capadócia que pareça pessoal (e com transporte para não se preocupar), esse aqui simplesmente funciona.
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