Você vai encontrar seu piloto perto da mesquita em Antalya ou Side antes de se equipar para o voo duplo de parapente. Voe alto sobre praias e ruínas antigas com guias licenciados que garantem segurança com leveza. Sinta o vento, veja o mundo lá de cima e aterrisse sorrindo — talvez ainda um pouco tremendo.
O ponto de encontro é na Madly Paragliding, bem em frente à mesquita, conforme informado pelo operador.
Não, não há transfer do hotel; você deve chegar ao ponto de encontro por conta própria.
Sim, todos os voos são feitos por pilotos profissionais licenciados com anos de experiência.
O voo inclui todo o equipamento necessário, como arnês e capacete.
Não é recomendada para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou no coração, mas é adequada para a maioria dos níveis de condicionamento físico.
A placa fica bem em frente à mesquita; você também pode pedir informações ao gerente antes de ir.
Seu dia inclui todo o equipamento de voo e transfer em veículo com ar-condicionado até o local de decolagem — assim, ao chegar na Madly Paragliding perto da mesquita em Antalya ou Side, o resto fica por conta da equipe experiente de pilotos e staff.
Já estávamos rindo dos nossos nervos quando avistamos a placa da Madly Paragliding, bem em frente à mesquita, como eles tinham dito. Lembro do cheiro das agulhas de pinheiro aquecidas pelo sol no ar, e de dois velhinhos nos observando de um banco, provavelmente pensando que estávamos loucos. O gerente nos recebeu com um sorriso — claramente já tinha feito isso mil vezes — e conferiu nossos nomes antes de nos apresentar aos pilotos. Tentei falar algo em turco (sem ideia do que saiu), mas ele só sorriu e apontou para o equipamento, como quem diz “vamos voar”.
O clima todo era bem tranquilo — ninguém nos apressou, o que ajudou, porque minhas mãos tremiam um pouco. Nosso guia, Cem, explicou como tudo funcionava: o arnês aqui, o capacete ali, “não precisa correr, só me siga”. Ele falava como se voar de parapente por Antalya e Side fosse tão normal quanto pegar um ônibus. Quando finalmente descemos correndo aquela pequena ladeira juntos, meu coração disparou tanto que mal percebi que já estávamos no ar até que, de repente... silêncio. Só o vento nos ouvidos e o mar lá embaixo. Meus sapatos pareciam leves demais, pendurados naquele azul infinito.
Cem apontava as paisagens — ruínas de um lado, praias se estendendo na névoa — e contava piadas sobre seu primeiro voo (“quase pousei no piquenique de alguém”). O ar lá em cima tinha cheiro de sal misturado com protetor solar do meu próprio rosto, acho. O tempo ficou estranho; cinco minutos ou vinte? Difícil dizer. Quando pousamos de volta na terra (grama macia sob os pés), percebi que tinha esquecido todas as preocupações por um tempo — só céu, risadas e aquela alegria trêmula de fazer algo novo. Ainda não acredito que consegui.

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