Você vai acompanhar a migração dos gnus pelas planícies do Serengeti, ouvir leões à noite perto do acampamento, ficar na borda da cratera de Ngorongoro enquanto a névoa sobe e trocar histórias com seu guia durante piqueniques. Cada dia traz novas descobertas — e talvez um pouco de poeira vermelha nos sapatos.
Já imaginou como soa o movimento de dois milhões de gnus? Eu também não, até estar sentado no banco de trás do nosso jipe de safari em algum lugar do norte do Serengeti, com poeira nos lábios e aquele som grave crescendo entre a grama. Nosso guia, Joseph, sorriu e disse: “A migração nunca é silenciosa.” E ele estava certo. Antes mesmo de chegarmos ao rio Mara, dava para sentir — uma vibração sob os pés. O ar tinha um cheiro cortante, quase elétrico. Tentei contar as zebras, mas desisti depois de vinte; elas se misturavam naquele mar em movimento de corpos marrons e pretos.
Os dias se misturavam de um jeito bom — os baobás do Tarangire, imponentes como guardiões antigos (Joseph jurava que um deles era mais velho que o avô dele), e acordar com os hipopótamos resmungando do lado de fora da nossa barraca no centro do Serengeti. Uma manhã paramos para um café perto de um grupo de acácias e vimos girafas beliscando as folhas. Teve um momento em que tudo ficou quieto, só o canto dos pássaros — tantos pássaros por aqui — e percebi o quanto estávamos longe de tudo que conhecíamos. O almoço era quase sempre um piquenique no capô do jipe ou em algum mirante com vista infinita. Às vezes ainda penso naquela paisagem sobre a cratera de Ngorongoro — parecia que alguém escavou a terra e colocou dentro todos os animais que você já viu em documentário.
O lago Manyara foi nossa última parada antes de voltar para Arusha. De longe, os flamingos pareciam de mentira — só um brilho rosa na beira da água — mas de perto eles são barulhentos e meio mandões (um quase roubou meu sanduíche). Tem algo especial em terminar uma semana vendo elefantes desaparecerem na floresta verde densa que dá vontade de ficar mais, mesmo com poeira vermelha e picadas de mosquito pelo corpo. Rimos muito — principalmente quando o Joseph tentou nos ensinar cumprimentos em suaíli (ainda não sei se acertei). Oito dias pareceram longos e curtos ao mesmo tempo.
Este tour tem 8 dias, incluindo o transporte de Arusha e todos os transfers entre os parques.
Sim, o traslado do aeroporto ou hotel em Arusha está incluso no início da viagem.
Você vai conhecer Tarangire, Serengeti (centro e norte), Área de Conservação de Ngorongoro e Lago Manyara.
Sim, todas as taxas de entrada nos parques nacionais estão cobertas na sua reserva.
Um motorista/guia profissional acompanha você durante os oito dias.
Você ficará em lodges ou acampamentos de categoria média, como Eileen’s Trees Inn e Heritage Mara Camp.
O almoço está incluso todos os dias — geralmente um piquenique dentro dos parques.
Bebês podem participar, mas devem ficar no colo de um adulto durante os passeios; o safari é adequado para todos os níveis de condicionamento físico.
Sua jornada de oito dias inclui traslado do aeroporto ou hotel em Arusha, todas as taxas de entrada nos parques Tarangire, Serengeti (norte e centro), Área de Conservação de Ngorongoro e Lago Manyara; acomodação em lodges ou acampamentos de categoria média todas as noites; almoços diários em estilo piquenique; além de um guia local profissional que conhece cada curva dessas estradas selvagens.
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