Você vai sair de Phuket num passeio privado de barco, escolhendo as paradas com a ajuda do seu guia local. Faça snorkel em águas calmas ou relaxe em praias tranquilas como Koh Rang Yai, saboreando frutas frescas pelo caminho. Espere conversas leves, sem multidões e muito espaço para respirar o ar do mar — e ainda tem transporte incluso para você só se preocupar em curtir.
Não, o ponto de encontro é no escritório deles em Phuket, onde você faz o check-in antes da saída.
Sim, você conversa com o guia e ele ajuda a montar paradas personalizadas de acordo com o que você quer conhecer.
Sim, tem frutas frescas, refrigerante, água mineral e outras bebidas refrescantes incluídas.
Sim, todos os convidados têm acesso ao equipamento de snorkel durante o passeio.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê são permitidos e há assentos especiais para os pequenos.
A duração varia conforme o roteiro personalizado, mas normalmente é meio período, incluindo as paradas.
Sim, animais de serviço são permitidos a bordo durante o passeio.
Sim, você pode escolher assistir ao pôr do sol em Koh Rang Yai antes de retornar.
Seu dia inclui check-in no escritório em Phuket com café ou chá enquanto recebe as instruções; guarda segura para bagagem extra; transporte privado em veículo com ar-condicionado; uso de coletes salva-vidas; água mineral; refrigerante; lanches como frutas frescas; além do equipamento de snorkel fornecido pelo guia local antes de voltar no seu ritmo para a costa.
Vou ser sincero, reservei esse passeio privado de barco em Phuket porque já estava cansado dos lugares “batidos” que todo mundo visita. A manhã começou com um café gelado forte no escritório deles — nada chique, só um ambiente acolhedor. Já dava para sentir aquele cheirinho de protetor solar misturado com o ar do mar antes mesmo de zarpar. Nossa guia, Dao, perguntou o que já tínhamos visto (falei das ilhas mais comuns), e ela sorriu dizendo: “Vamos tentar algo diferente.” Foi aí que minha curiosidade disparou.
Conversamos sobre o que queríamos — eu falei meio sem jeito sobre cavernas e praias sossegadas — e a Dao anotava tudo como se estivesse planejando um tesouro. O capitão assentia, mas acho que ele já sabia o caminho. O mar estava calmo naquele dia, quase um espelho, só o barulho do motor do barco quebrando o silêncio. Em um momento, só dava para ouvir a água batendo na embarcação e uma risada lá na frente (provavelmente meu amigo tentando colocar a máscara de snorkel ao contrário). Paramos perto de Koh Rang Yai — um lugar vazio, sem multidão — e ficamos flutuando por um tempo. O abacaxi fresco parecia mais doce que qualquer sobremesa que já provei.
Não esperava gostar tanto de simplesmente ficar sentado naquela praia de areia, com os dedos grudados de fruta e uma soda gelada na mão. Dao contou histórias da infância dela ali; apontou um barco de pesca ao longe e acenou (eles retribuíram). Foi tudo muito tranquilo, sem pressa para nada, só observando a luz mudar enquanto o sol começava a descer. Poderíamos ter ficado mais tempo — dizem que dá para ver o pôr do sol antes de voltar — mas, sinceramente, o tempo parecia meio indefinido naquele lugar.

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